Aluno gay leva arma de choque para a escola para se proteger de bullying

Publicado: 08/05/2012 por @peagapenalvez em Homofobia
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Foto: Google Images

Em Indianópolis, nos Estados Unidos, a mãe Chelisa Grimes enviou seu filho gay de 17 anos para a escola, mas antes entregou ao rapaz uma arma de choque, já que o filho reclamava sempre do bullying homofóbico que sofria no ambiente escolar há alguns meses, conforme informa a CNN.

Em abril o adolescente usou a arma de choque ao ser cercado por 6 alunos que o insultavam e ameaçavam espancá-lo. Na realidade ele apenas levantou a arma e iniciou uma descarga elétrica, o que fez seus agressores fugirem de medo. Apesar de não ter usado a arma em ninguém, o estudante foi expulso e não concordou com a atitude da escola.

A polícia chegou até a prender o jovem e algemá-lo. O incidente ainda está sob investigação, mas nenhum dos estudantes que agrediram o rapaz foram identificados.

Chelisa, a mãe, disse que não pretendia promover nenhum tipo de violência, mas que precisava proteger o filho das constantes ameaças e agressões.

Sinceramente não sou a favor de nenhum tipo de violência, quanto mais  uma atitude tão extrema como dessa mãe em oferecer uma arma de choque para o filho. Ao invés de mostrar que a violência não é a melhor forma de resolver o bullying, e comparecer a escola e tomar as atitudes necessárias para acabar com o bullying, ela ensinou o filho que violência se paga com violência.

Concordo que não é fácil saber que seu filho é agredido e xingado na escola, mas fazer o mesmo que os agressores só mostra o quanto ela é parecida com eles.

Se seu filho sofre agressões na escola, o melhor a fazer é procurar a direção. Identificar os alunos que perseguem seu filho e esperar que a escola tome a iniciativa de protegê-lo. Se nada de concreto for feito e a perseguição prosseguir, o melhor mesmo é procurar a polícia e entrar com um boletim de ocorrência contra a escola. A partir do momento que qualquer criança é deixada sob supervisão da entidade escolar, é dever deles cuidarem da integridade física dos jovens.

comentários
  1. Ritinha Lima disse:

    A mãe acabou tomando uma medida drástica, já que a escola não tomou conhecimento do problema sofrido pelo aluno. Eu bem sei que a escola não é um lugar seguro, como pensam os pais. Poucos professores e diretores se preocupam verdadeiramente com os discentes!

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