Projeto Luxúria promove o pecado na noite de São Paulo

Publicado: 16/12/2011 por @peagapenalvez em Balada, gay
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Festa criada por Heitor Werneck, personalidade do underground paulistano, abriga fetichistas e curiosos

Semanalmente acontece em São Paulo o Projeto Luxúria, festa temática que abriga fetichistas de qualquer gênero, raça ou preferência sexual, e também conta com a presença de curiosos, pessoas “comuns” interessadas em ter uma experiência diferente na noite paulistana. A festa é itinerante, tendo passado por bairros badalados como Vila Madalena, Moema e Bela Vista, regiões preferidas pelos boêmios paulistanos.

Criada há cinco anos por Heitor Werneck, figura carimbada no meio underground e conhecido no mundo da moda alternativa desde a década de 90, o projeto tem como proposta a volta do dresscode, visando acostumar o público com a experiência de usar roupas temáticas e resgatar o glamour na noite da cidade. Inspirado em tradicionais eventos de fetiche de clubes americanos e britânicos, que aliam performances teatrais e dramáticas a fetiches como sado-masoquismo e podolatria, o Luxúria é o espaço onde as pessoas podem realizar seus fetiches num ambiente de bom gosto, intimista e seguro. A festa agrega praticantes de BDSM, podolatria, swing, vouyerismo, crossdressing e demais fetiches, a fashionistas, homo, bi, trans e heterossexuais e qualquer tipo de pessoa que deseje, mesmo que por só uma noite, vivenciar suas fantasias com liberdade e sem preconceito. A casa dispõe de um bar com grande variedade de bebidas e drinks, mesas, sofás, pole dance, pista de dança, espaço para realização de performances e DJs, que garantem de rock a vertentes da música eletrônica a noite toda.

A cada edição é sugerido um tema para o público se inspirar e seguir o dresscode. Alguns temas populares foram “baile de máscaras”, “futuro”, “vampiros” e “circo”. Inspirar-se no tema não é obrigatório, mas quem visita a festa precisa estar dentro do dresscode, que é um meio de filtrar a frequência e assegurar a atmosfera característica da festa, que não aceita pessoas mal vestidas. Espartilhos e corsets, ou roupas de materiais tipicamente fetichistas como látex, couro e vinil fazem parte do código, bem como visuais inspirados na estética gótica, punk, militar, futurista, burlesca, oriental, e até mesmo sem roupa alguma, apenas com tattoos ou piercings à mostra, ou ainda com partes do corpo pintadas, no melhor estilo body art.

O look básico jeans e camiseta não é incentivado, e o valor cobrado na entrada é diferente para cada tipo de produção e é julgado pela hostess, que tem autonomia para cobrar o preço mínimo, R$ 40, para quem estiver dentro do conceito, R$ 50 para quem optar pela saída mais segura e vestir um “preto básico”, R$ 80 para os que estiverem vestindo apenas underwear ou até R$ 200 para quem estiver usando roupas do dia a dia, como o jeans e camiseta.

Apesar do imaginário popular confundir fetichismo com putaria, o sexo explícito é proibido nas dependências da casa e exige-se o respeito a todos ali presentes, sendo inaceitável qualquer tipo de preconceito ou assédio. O Projeto Luxúria procura deixar as regras bem claras e os desavisados são barrados logo na entrada.

|SERVIÇO|
|Quando| Onde| Toda Sexta Fira no Clube A Loca
|Quanto| de R$ 40,00 a R$ 150,00 de acordo com dresscode (valor revertido para consumação com nome na lista)

Censura: 18 anos

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