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“I have too much imagination to just be one gender.” – Erika Linder

Apesar de toda maldade em meu coração, escrevo com muito amor. E como hoje é aniversário da Tia, vou escrever sobre um dos meu temas favoritos, androginia. Presentinho pra mim.

Mas qual a relação entre androginia e os transexuais? Assim como a transexualidade, e a travestilidade, a androginia também é considerada uma transtorno de identidade de gênero. Sim, são consideradas doenças.

Muitas pessoas chamam a bissexualidade de “fica em cima do muro”, “indecisão”, pois a pessoa não “escolhe” entre homens e mulheres, como se fosse escolha. A androginia seria, de certa forma, o “ficar em cima do muro” com relação as identidades de gênero. Só que esse “ficar em cima do muro” é a nossa maneira de forçar uma escolha que não existe, de querer puxar para um lado ou para o outro. Vontade de forçar algum tipo de binarismo. A androginia, assim como a bissexualidade, é uma mistura e não indecisão.

Pessoas andróginas são as que possuem um identificação mista entre masculino, feminino e etc. A androginia em si é bem simples, é apenas uma mistura entre os gêneros com os quais nos acostumamos, é a não definição ente um ou outro. A pessoa não se identifica como homem e nem mulher, se identifica como a mistura. Também pode ser feitas adaptações ao corpo, assim como transexuais e travestis, apesar disso ser incomum. A sexualidade também não é definida pela androginia, nós já aprendemos a separar identidade de gênero de sexualidade.

Existem transexuais andróginos? Eu nunca vi, mas com certeza eles devem existir. E eu sou completamente a favor. É por essas e outras que acredito que nossa sigla, que sempre cresce, será sempre insuficiente. LGBTT, já existe LGBTTQIA. Já estão ficando letras demais para uma sigla e letras de menos para definir a nossa diversidade.

No fim das contas todas as identidades de gênero, sexualidades, são simples, nós é que complicamos as coisas.

Por Leandro Madness:

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Imagine o seguinte: você é transgênero, isso mesmo, é travesti ou transexual (em processo ou já fez a mudança de sexo) e seus documentos ainda permanecem com o gênero do seu nascimento. 

Símbolo dos Transgêneros. (Imagem: Getty Images)

Imagine, também, que precisa pegar um voo pra algum lugar do mundo. Seu nome no passaporte é João e você agora é Joelma. Veste saias, blusinha decotada (pra realçar os seios) e saltos. Pense na cara da pessoa no balcão de Check In no momento do “cara crachá, cara crachá”… Imagine que se você estiver atrasado (a) por conta disso poderá até perder o voo, porque, com certeza, demorará certo tempo pra comprovar que você era João e virou Joelma.

Pois é, ser Transgênero não deve ser fácil. Pensando nisso o Reino Unido planeja introduzir uma terceira categoria nos passaportes britânicos. Quem tiver o sexo indeterminado poderia escolher colocar o gênero X no documento, ao invés do convencional M ou F.

A discussão sobre essa melhoria está em processo inicial por lá.

Vale lembrar que atualmente a lei exige que o transexual decida a que gênero pertence, mas se ele está em processo de mudança de sexo, deve, mesmo assim, escolher o sexo de nascença.

Tomara que o projeto seja bem sucedido e que a moda pegue no mundo todo. Assim não rolaria constrangimento algum aos transgêneros e nem aos empregados dos aeroportos mundo afora.

O Fantástico exibiu ontem (20) uma entrevista com a modelo brasileira transexual Lea T. Durante a conversa com a jornalista Renata Ceribelli, Lea T. contou fatos de sua infância que, mesmo se sentindo como menino, sempre gostou de brincar com as bonecas da irmã e amarrar camisetas na cabeça, para fingir um cabelo longo.

Gostava de mexer nas bonecas da minha irmã. Eu era afeminado, mas não percebia, era uma coisa natural“, afirmou. Filha do ex-jogador de futebol Toninho Cerezo, a modelo decidiu abrir o jogo com a família depois de passar por psicólogos e ter a certeza de que queria iniciar o processo de transexualidade. “Houve muito choro. Meu pai mudou muito. Em coisas que ele era mais duro comigo, ele se tornou mais doce“.

Apesar de hoje ser bem sucedida e sua identidade de gênero não atrapalhar sua carreira, Lea T. revelou que não existe lado bom em ser transexual. “Sou penalizada em tudo. Não é uma coisa gostosa. É remédio, terapia, preconceito. Mas tenho minha vida sem pensar nisso, meus momentos de felicidade“.

Fonte ACapa

Peagá Peñalvez comenta:

Assisti a essa entrevista domingo no Fantástico, e sinceramente, pulei de alegria ao ver como ela é reconhecida em seu trabalho. Independente de ser transex, ela é uma boa profissional, e é isso que as pessoas veem nela. Claro, além da beleza que nossa brasileirA.

Admira-me MUITO que Toninho Cerezo, jogador de futebol, profissão machista por si só, ter aceitado, e acima de tudo respeitado a transsexualidade de Lea. Em um mundo onde pessoas são mortas ou levam lampadadas na cabeça, em plena luz do dia, na avenida mais importante do pais, ainda temos esperanças que os familiares de gays, lésbicas e transgêneros possam ser aceitos e respeitados em suas diferenças.

Desejamos a Lea MUITO MAIS SUCESSO.

Sandler vestido como mulher pro seu filme "Jack & Jill"... Só falta dizer que ele mesmo fará faxina em casa!

O ator e comediante Adam Sandler falou sobre um curioso acordo que fez com sua mulher no programa “Late Show” de Dave Letterman.

Para ter mais testosterona na casa, Sandler disse que sua mulher contratou uma empregada “transgênero”. “Só para ter um pênis a mais na casa”, explicou Sandler.

Os transgêneros se diferenciam dos transexuais e travestis por que transitam entre os dois sexos. Drag queens, por exemplo, são transgêneros.

Fonte: Folha.Com

Leandro Madness Comenta:

)))Será? Tomara que sim, afinal de contas ser Transgênero não impossibilita em faxinas e cuidar de casa. Mas duvido muito, acho que o cara tava era fazendo piada! Só isso.