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Opção Sexual ou Orientação Sexual?

Muita gente me faz essa pergunta: Opção Sexual ou Orientação Sexual? Antes de responder, acho que seria interessante explicar cada uma delas e só depois dizer o que ~eu~ acho mais correto.

Opção Sexual
Parto pelo princípio que a homossexualidade não é escolha, portanto não existe opção em ser gay. Digo isso porque é assim que me sinto. Sei que sou gay desde muito pequeno, já sabia que meninas não me atraiam de jeito nenhum e que olhava para homens e meninos com outros olhos.
Apesar de nossa estimada presidente, em um dos seus discursos usar essa expressão, acho um certa afronta pensar que uma pessoa escolheria sentir atração por pessoas do mesmo sexo. Sabemos o quanto existe de preconceito no mundo e quem em sã consciência faria tal escolha?

Orientação Sexual
Apesar de ser o mais comum e usado em qualquer texto que leio por aí, ainda não acho que seja essa a definição da homossexualidade. Parece que somos orientados por alguém para nos tornar gays, mas como disse anteriormente, acredito que nascemos gays. Está em nossa formação, desde a barriga de nossas queridas mamães.
A ciência ainda não chegou a conclusão alguma quanto a isso, mas talvez daqui uns anos e mais pesquisas possamos saber os motivos de nascermos gays.

Mas Peagá, então como devo falar se nem opção sexual nem orientação sexual é o certo? Simples querido, Sexualidade!

Sexualidade
De acordo com o Infopedia, sexualidade é o conjunto das características morfológicas, fisiológicas e psicológicas relacionadas com o sexo. Um conjunto de fenômenos relativos ao instinto sexual.
Todo e qualquer pessoa possui sexualidade, que nada mais é do que ~uma~ característica de todo indivíduo. Se todos nós temos nossas sexualidades, porque dizer opção sexual ou orientação sexual se apenas com a palavra sexualidade você pode falar sobre isso? Se quiser ser mais direto pode usar homossexualidade, heterossexualidade, bissexualidade e por aí vai.

Costumo dizer que ninguém é igual a ninguém e por isso existe na Terra aproximadamente 7 bilhões de sexualidades diferentes, mas como nosso cérebro nunca comportaria essa variedade imensa nos subdividimos nas ‘categorias’ existentes, mas se você for pensar realmente ninguém é igual a ninguém, mesmo que essas diferenças sejam mínimas.

Podemos definir essas diferenças baseados nos gostos peculiares de cada um. Pense nos tipos de coisas que gosta na cama, todas elas. Será que um dia você já conheceu que goste exatamente das mesmas coisas que você? Tem tesão nos mesmos lugares, os mesmos fetiches, gostos, etc, etc, etc? Dentro disso ainda podemos dizer que gostar deste ou daquele estilo de homem/mulher também é uma das características de nossa sexualidade.

Simples e não agride ninguém!

heteronormatividade

Edmundo, o eterno Animal do futebol brasileiro é pai de Alexandre Mortágua, filho gay do relacionamento entre o jogador e a ex-modelo Cristina Mortágua. Houve até problemas com sua mãe que o agrediu e foi parar na delegacia, mas o caso aqui é outro.

Edmundo que já assumiu que comeu muito gay por aí foi entrevistado pela maravilhosa Marília Gabriela no De Frente com Gabi e entre futebol e profissão de comentarista a apresentadora pergunta ao jogador sobre a homossexualidade de Alexandre:

Eu vejo de forma tranquila a sexualidade dele. O que me importa é comportamento e eu já falei isso pra ele. Eu acho que ele tem que ter um comportamento natural na sociedade, de roupa, trejeitos… que condizem com o que ele é‘.

O jogador completa a pergunta, após Marília Gabriela perguntar se isso não é preconceituoso: ‘Nosso país, o mundo, é preconceituoso. Por mais que hoje a gente conviva com mais facilidade com isso, eu acho que se você tem sua opção [AFF] entre 4 paredes, você tem mais facilidade de ser feliz do que quando você tem essa opção [AFF] exposta a todos‘.

Até que ponto essa afirmação sobre o filho é preconceito disfarçado de aceitação? Porque gays másculos são aceitos e os efeminados tem que ‘virar homem‘? A heteronormatividade é preconceito disfarçado de aceitação, pura e simplesmente.

Para quem não conhece o termo heteronormatividade ele significa que tudo que for diferente da heterossexualidade é errado, já que qualquer tipo de sexualidade, identidade de gênero ou papel social que fuja dessa regra imposta é considerado errado sendo a heterossexualidade considerado com a única sexualidade normal.

O que dizer de um menino que desde pequeno se mostra delicado e sensível, ou um menina que demonstra ser masculinizada? Eles estão fora dos padrões de normalidade já que beiram a identidade de gênero ou papel social.

Não precisamos nos encaixar nos moldes que a sociedade nos impõe. A diversidade sexual é rica e há milhares e milhares de nuances entre as pessoas, mostrando que não há ninguém igual nesse planeta. Sou a favor de cada um assumir e ser aquilo que realmente é: másculo, delicado, sensível… o que quer que seja, desde que seja sincero, não com os outros, mas consigo!

Assista a entrevista com Edmundo no De Frente com Gabi. A parte onde ele fala sobre seu filho gay começa por volta de 7:20min

Correndo atrás do boy magia

Publicado: 12/10/2012 por @peagapenalvez em Pergunte ao DQOGG
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Oi pessoal do DQOGG, primeiramente queria dizer que adoro o trabalho de vocês e que acho muito legal vocês se disponibilizarem a nos ajudar, já que temos tantas dúvidas sobre esse mundo “colorido” em que vivemos.

Eu tenho 18 anos, e há pouco tempo (2 meses) eu comecei a me relacionar com um cara de 20 anos. Eu o conheço há 1 ano e logo que o conheci falei da minha sexualidade e aos poucos fomos ficando amigos. Depois de um tempo nos falando, acabamos virando amigos e ele me confidenciou que nunca havia ficado com homens, mas que eu estava despertando isso nele. Aos poucos fomos ficando mais próximos, mas nada da gente ficar.

À medida que o tempo ia passando, ele ia ficando mais grudento, querendo me ver direto e tal, mas eu já não queria mais nada com ele, por ele ter virado muito chiclete. (e olhe que nem tínhamos ficado ainda). Comecei a dar foras e mais foras até que ele parou com as mensagens, ligações, e até se afastou de mim um pouco. Nesse ano começamos a fazer faculdade na mesma universidade, porém em cursos diferentes, e passamos a nos ver todos os dias, e a amizade foi voltando.

Voltou tanto que eu comecei a ficar a fim dele de novo. Eu chamei ele para vir aqui em casa um dia, quando estava só, e falei tudo o que sentia por ele, e pedi desculpas por ter percebido isso tão tarde. A gente acabou dando o primeiro beijo… E pra minha surpresa, o beijo foi maravilhoso! E eu me vi ali, totalmente apaixonado por um cara que eu passei um ano esnobando. Depois desse dia, ficamos conversando por mensagens direto, parecíamos até um casal mesmo.

Mas essa felicidade não durou muito. A gente parou com as mensagens e eu estava começando a sentí-lo mais distante. Até que teve um dia que nós ficamos de novo, mas ele veio conversar comigo depois, dizendo que eu não precisava me prender e que a gente tava só ficando. Ele ainda sentia algo pelo ex. (Quando a gente se afastou no ano passado, ele conheceu um cara e namorou com ele, mas o cara morava longe, em outra cidade e não deu certo o namoro).

Aquilo foi um baque pra mim, porque eu realmente estava gostando dele. Mas me fiz de forte e disse que tava tudo bem. A gente continua ficando, e é maravilhoso quando estamos juntos, eu sinto que ele realmente gosta de estar comigo.

O problema é depois, que sinto ele muito distante. Não sei se ele tá preocupado que eu ache que ele esteja sendo grudento de novo, por isso está mais distante dessa vez, ou se ele não gosta tanto assim de mim, só quer ficar mesmo.

Thiago Souza, 18 anos

Correndo atrás do boy magia

Olá Thiago, realmente é uma situação complicada. No começo você não queria e até esnobou o cara e agora você quer mas quem é esnobado [de uma certa forma] é você. Quem nunca passou por isso, né?

O que piorou tudo foi que nesse meio tempo em que você se afastou ele conheceu um outro cara. Isso pode acontecer sempre que deixamos alguém de lado por qualquer motivo. Eu mesmo passei por algo parecido no fim do ano passado.

Conheci um cara através de uma amiga, o cara é bonito e super bacana mas acabei deixando-o na ‘geladeira‘ porque estava numa fase que precisava resolver um monte de problemas e seria complicado alguém na minha vida exatamente nessa fase. Continuamos conversando normalmente. Um certo dia resolvi conhecê-lo. Fiquei com ele, foi bacana, maaaaaaaaas durante a semana comentei alguma coisa no Instagram dele e do nada aparece um cara dizendo que era namorado dele. Levei um baque porque não sabia que ele namorava e ~NÃO FICO~ com caras comprometidos. Não sou apaixonado por ele, mas sei que ele é um cara super bacana isso seria questão de tempo.

Sabe o que eu fiz? Continuei sendo amigo dele, conversando normalmente e se um dia ele terminar o namoro quem sabe não role alguma coisa? Se eu estiver solteiro e ele também nada nos impede. Sei que o erro nisso tudo foi meu por isso tenho que arcar com as consequências deles.

A forma do seu boy magia agir agora, mais distante, pode ser um reflexo da sua atitude no passado. Ele pode ter se magoado com seu distanciamento e agora tenta se preservar. Isso nada mais é do que uma proteção para que ele não se machuque novamente. As vezes ele até gosta de você mas agora vai com mais calma.

Separei o video de uma música que ADORO. Preste atenção na letra

Dê tempo ao tempo e tente reconquistá-lo aos poucos. Mostre-se um pouco mais presente e corra atrás daquilo que você deixou pra trás. Nunca é tarde!

Eliana suspende quadros com gays por que agora é mãe de família

Quem diria que a Eliana tiraria as  ‘Fadinhas Safadinhas’ e ‘Bate Cabelo’ dos seus quadros no programa por que agora é ‘mãe de família’. Pois é minha gente, ao que tudo indica foi esse o motivo, pelo menos é o que diz a colunista do R7, Fabíola Reipeirt.

De acordo com a colunista é isso que circula nos bastidores do programa, Eliana é mãe de família e não quer associar sua imagem  às atrações com gays. Fabíola ainda completa com: ‘A apresentadora deve ter se esquecido da época das boates paulistanas e dos gogo boys‘. Nem eu sabia que a Eliana curtia baladas gays, mas né?

A assessoria de imprensa diz que o quadro saiu do programa porque estava previsto apenas para uma temporada. Nunca saberemos ao certo o que aconteceu, mas paira essa dúvida no ar.

Não entendo como muitos artistas tentam desvincular sua imagem de gays e lésbicas após darem a luz. Claudia Leitte e Isabeli Fontana já deixaram bem claros que homossexualidade tem ligação com uma má educação dos pais, então só aí já dá pra sentir o tipo de pessoas ‘inteligente‘ e ‘cultas‘ que são.

Como se nós gays não tivéssemos mãe, né? Nascemos de chocadeira por algum acaso? A diferença nisso tudo é como algumas pessoas levam com naturalidade a sexualidade dos filhos, sejam eles gays, bissexuais ou hetero.

Só sei de uma coisa, gays gostam de respeito e não é isso que vejo por parte de muitos artistas.

Virei Lésbica

Assuma que você sempre gostou de mulheres sua MENTIROSA!

Vikki Salmon passou 16 dias em coma, após seu apartamento em Brinnington ser incendiado e quando acordou no hospital com queimaduras pelo corpo, pulmões e intoxicação provocada pela fumaça diz: ‘Virei Lésbica‘.

Isso me lembra a história do jogador de rugby que após um AVC também ‘acordou’ gay. Minha opinião não mudou desde então: Odeio pessoas que inventam histórias mirabolantes para sair do armário. Tem necessidade de mentir e colocar a culpa da sua sexualidade em acidentes? Não! Apesar da ciência ainda não ter um veredito final quanto a homossexualidade acredito que nascemos gays.

Eu costumava ser meio maluca e estava em um encontro na noite do acidente. Mas desde que acordei do coma não fui capaz de sair com homens. Eu nunca tive qualquer tendência homossexual antes, mas de repente me tornei uma lésbica. Deve ter sido o incêndio, não consigo achar outra explicação‘ disse a ‘nova’ lésbica.

Após o acidente reencontrou Julie Smith, e se apaixonou. Há 7 meses o casal mora junto: ‘Gostaríamos de nos casar, mas precisamos de mais um tempo para isso. Nós éramos amigas antes e agora nos tornamos amantes‘.

Eu acredito que ela já tinha/teve um caso com essa Julie há tempos e só agora tomou coragem de assumir que gosta de chupar grelo! Absurdo mesmo é as pessoas acreditarem nessa baboseira infundada.

Olá meninos do blog!!! Sou leitor assíduo do DQOGG a mais ou menos uns dois anos, quando tive minha primeira experiência com um garoto e buscando achar algumas respostas as minhas duvidas encontrei vocês, e desde esse dia não deixei de acompanha-los. Enviei uma vez uma pergunta a vocês e a opinião que me deram me ajudou muito em meu problema.

Mas agora, preciso de mais algumas dicas, pq o assunto é família… gosto muito de sair e recentemente comecei a namorar um cara maravilhoso que está me fazendo muito feliz. Gosto muito de sair pra boates e casa de amigos e com certa frequência durmo fora de casa. Agora, namorando… durmo mais fora ainda, pq fico na companhia do meu amor.

O que acontece é que minha familia não sabe da minha sexualidade (ou pelo menos finge não saber), e sempre que tenho q sair acabo contando alguma história e não falo realmente o que acontece e pra onde vou. Isso está me deixando muito chateado pq nao gosto de mentir pros meus pais e queria muito falar sobre meu namorado e sobre meus amigos, que são amizades muito saudáveis.

Resolvi que semana que vem trago meu namorado aqui em casa pra ver se acalmo meus pais (vou apresentá-lo como amigo), pois eles sempre falam q não conhecem esses meus amigos e acho q por isso eles se preocupam tanto. Alguns dias depois de conhecerem o meu amor e verem q ele é bacana, pretendo bater a real e falar que sou gay e que aquele rapaz que veio a nossa casa outro dia é meu namorado.

Eu sinceramente não acho que minha família irá me bater ou expulsar de casa ou fazer essas outras coisas horrorosas que outras familias malucas fazem, mas tenho medo pq sei que meu pai ficará muito triste. E mesmo que algo de ruim aconteça… ainda assim posso me virar pois tenho emprego, embora não ganhe bem e não possa dizer que sou independente, eu consigo me virar .

O que queria era uma ajuda de como vocês acham que devo conduzir esse assunto, aqui em casa certos assuntos como  homossexualidade por exemplo não são muito comuns.

Aqui não é programa da Xuxa mas eu quero mandar um beijo pra vocês do blog, um pra Xuxa outro pra Sasha e um especial pro meu amor que eu gentilmente apelidei de Deby Neto.

Obrigado!!!

Leandro, 21, Goiânia/GO

Mãe, eu sou gay!

Assumir pra família é geralmente complicado, porque sempre temos medo da  reação deles quanto a nossa sexualidade, mas pelo que você nos conta não será tanto problema e forma como você pensa em sair do armário é uma das mais adequadas: preparar antes de assumir. Talvez você seja uma ferramenta para que o assunto homossexualidade seja mais discutido e aceito por seus familiares. Até porque você mesmo nos diz que eles já devem saber que você é gay.

É ruim quando temos que nos esconder e mentir para as pessoas que amamos com quem namoramos ou para onde vamos. A família deve ser aquela que nos ajuda e apoia em tudo que fazemos, nos dá as broncas quando estamos errados e conselhos quando estamos perdidos e viver mentindo realmente quebra um pouco esse relacionamento. Entendo seu lado.

Faça como falou: apresente seu namorado como seu amigo no começo e depois, com o tempo, eles vão entender que vocês não são apenas amigos, porque as pessoas não são bobas [as mães muito menos] e com certeza notarão a forma como se olham, agem e se tocam… é diferente com um amigo.

Se eles tocarem no assunto respire funde e conte. Aconteceu isso comigo, vou contar:

Quando tinha 16 anos namorava um cara pouco mais velho que eu, e fazíamos tudo juntos. Vira e mexe ele dormia na minha casa e como não tinha uma cama de casal ele dormia comigo na minha cama de solteiro. Foram alguns meses assim, apresentando ele como amigo e quase todos os dias ele passava em casa de carro e dávamos um volta [pra transar, claro]. Quando terminamos fiquei arrasado e minha mãe percebeu que estava triste e o meu ex não aparecia mais em casa. Ela veio me perguntar o que tinha acontecido e disse que havíamos brigado. Minha mãe que não era boba emendou a pergunta bombástica: ‘Ele é só seu amigo?‘ Na mesma hora eu disse que éramos namorados e comecei a chorar. Ela com toda a tranquilidade do mundo disse que me amava de qualquer jeito e que ‘quem sabe um dia não voltaríamos na namorar‘, ‘Que brigas nos relacionamentos acontecem‘ e mais um monte de coisas. Não voltei com meu namorado, mas pelo menos contei que sou gay e não me arrependendo porque alguns meses depois ela morreu de leucemia e ficaria arrasado se ela não soubesse que sou gay’.

Oi, meu nome é Rayan, sou gay mas não sou assumido. Na minha família todos são preconceituosos, principalmente minha mãe. Como posso contar isso pra ela? O que eu faço?

Rayan, via e-mail

Olá Rayan,

Assumir para a família na maioria das vezes é complicado, nem todos estão preparados ou conhecem a homossexualidade e tem uma ideia errônea de como as coisas são na realidade, mas não se preocupe porque você é novo e tem tempo para prepará-los.

Sei que temos a necessidade de dividir essa parte de nossas vidas com nossos familiares. Quando não somos assumidos para eles parece que somos mentirosos, mas isso não significa que devemos sair do armário quando bem achamos, antes é preciso preparar a família para a ~notícia~ ainda mais quando se tem uma família preconceituosa, como você mesmo disse.

Outra coisa que devemos ter em mente é: O que farei se não respeitarem a minha sexualidade? Quais serão os problemas que enfrentarei? Sempre digo que antes de assumir é preciso se armar com garantias de continuar a ter uma vida plena e feliz caso a família seja problemática em assumir. Sou da opinião que antes de assumir precisamos ser independentes financeiramente, ou pelo menos, quase independentes caso tudo dê errado e a situação fique insustentável em casa.

Uma boa forma de prepará-los é conversando de vez em quando sobre homossexualidade de uma forma despreocupada e sem neuras. Sei lá, se estiver passando algo sobre gays na tv, comente algo sobre e veja qual a reação deles. Isso não é garantia mas é um termômetro de como eles veem a homossexualidade e assim você pode se preparar. Faço isso com seus pais, irmãos, irmãs, tios, tias, primos, primas, cachorro, papagaio… e descubra alguém em quem você possa contar.

Tudo é questão de preparar uma boa estratégia para mostrar que ter um filho gay não é um bicho de 7 cabeças e que ser gay não é desvio mental, espiritual ou de caráter… e outra, vai que eles te aceitam numa boa? Nunca se sabe!

Boa sorte e espero que tudo dê certo querido.