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E aí galera, descobri o seu blog a pouco tempo e agora estou viciado!

Até hoje ninguém ainda sabe que sou gay, durante muito tempo vive uma personagem heterossexual, (personagem mesmo, interpretava, confiscava-me, sempre pensando em como falar, andar, agir) ficando com diversas garotas, tinha me tornado o hétero porra loca, por pura pressão da minha escola, dos meus colegas, da minha família que sempre foram extremamente preconceituosos. Mas isso nunca me satisfez, fazia isso por pura pressão social e se uma menina quisesse alguma coisa a mais tinha que inventar mil desculpas. Cheguei a até namorar uma garota, mas vocês devem imaginar que não deu certo.

Depois que comecei a morar sozinho pude ter mais tempo de ficar comigo mesmo e refletir que isso não faz sentido algum, decidi ser fiel a mim mesmo e já faz 6 meses que não fico com ninguém. O maior problema foi essa imagem que construí, então as pessoas não me veem como gay e eu não estou nem um pouco feliz com isso, pois gostaria muito de ficar com um rapaz, estou louco pra dar meu primeiro beijo gay de verdade, com sentimento. No entanto moro em uma cidade pequena e é difícil encontrar algum gay que me atraia aqui, pois para conseguirem parceiros eles tem de deixar claro pra todo mundo que eles são gays e eu gosto de ter minha vida pessoal aberta só pra pessoas que realmente valham a pena.

Gostaria de saber como começar minha vida como gay, pois ainda não me sinto confortável e nem penso que faz minha praia, fazer o esteriótipo só pra avisar a todos. Minha família ainda não sabe e penso em contar pra eles depois que já estiver em uma relação.

Um abração pra todos vocês!

Gabriel, 19 anos

Olá Gabriel, você nem imagina como é bom ler que você curte nosso blogay. Ele é feito exatamente para todos que, como você, tenham dúvidas ou precisem de conselhos.

Para aqueles gays que moram em cidades pequenas, sair do armário é realmente complicado, até porque em cidades assim quase todos se conhecem e a fofoca corre solta quando acontece algo de diferente, o que dirá de alguém que assume ser gay.

Estima-se que 10% da população mundial seja gay, ou seja, aproximadamente 10% da sua cidade também é gay. Sejam eles enrustidos, assumidos ou nem tenham consciência disso. Querido, tem um monte de gays por aí, basta dar uma calibrado em seu gaydar e achar algum que te atraia.

Penso em duas outras formas de finalmente dar seu primeiro beijo gay e quem sabe um relacionamento:

- Se na sua cidade você não tem espaço para se assumir e continuar a viver normalmente, é possível ir para outras cidades maiores e conhecer algum cara bacana. Dá um pouco mais de trabalho que ter um relacionamento próximo? Não vou mentir! Dá sim, mas é uma forma de ter sua privacidade sem se expor muito.

- Já pensou em morar em outra cidade? Você já mora sozinho e talvez mudar para uma cidade maior ajude bastante. Aqui em São Paulo por exemplo, a população é chamada de flutuante, e explicando em miúdos é: Há tantas pessoas aqui que a probabilidade de reencontrar alguém que te veja beijando um cara é bem baixa., e o ‘anonimato‘ por conta disso é bem maior.

Por mês milhares de gays e lésbicas chegam na cidade procurando justamente isso. Viver plenamente sua sexualidade sem se preocupar que a vizinha fofoqueira fale para o resto da rua o que você faz ou deixa de fazer. Alguns são mais extremistas mudam de país, tanto que há diversos relatos de LGBTs morando [felizes] nos mais diversos países do mundo! É uma possibilidade.

Espero ter ajudado e que continue viciado em nosso blog.

Beijos


Parada Gay de São Paulo

Vista da Avenida Paulista [Foto Debora Ferraz]

270 mil, esse é o número que o DataFolha afirmando que a Maior Manifestação do Mundo nunca havia usado métodos científicos para contagem dos manifestantes, porém a APOLGBT, associação que organiza a Parada Gay de São Paulo, mostra o contrário.

Impossível uma pessoa em são consciência afirma tais números, até porque é impossível olhar para UMA foto e ver que a quantidade de pessoas supera [e muito] os dados fornecidos pelo DataFolha. Isso pra mim é insanidade ou vontade de ter o que falar. Usar um pouco da ~influência~ e espaço em seu veículo de comunicação [Folha de São Paulo] para gerar buzz.

Parada Gay de São Paulo

Vista da Rua da Consolação [Foto Debora Ferraz]

Aprendeu a contar DataFolha???

Em nota a APOLGBT diz:

No último domingo (10), ocorreu a 16ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que trouxe o tema Homofobia tem cura: educação e criminalização. Desde 2007, a manifestação vem atingindo a média de 3,5 milhões de participantes, porém, a partir desta edição, a APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo), entidade organizadora, decidiu por não divulgar números oficiais. Mas diante do cálculo apresentado pelo Datafolha nesta segunda-feira (11), a organização vem a público expressar que discorda dos resultados e questiona o método aplicado.

A decisão da APOGLBT por não realizar a contagem deve-se pelos seguintes motivos:

1) Nos primeiros anos, enquanto a principal reivindicação do movimento era o reconhecimento da população LGBT através da promoção da visibilidade, foi de extrema importância o registro de quantas pessoas participavam da Parada e seu expressivo crescimento a cada ano. Conquistado esse reconhecimento, os esforços estão voltados para a efetivação de políticas públicas e avanços legislativos que garantam a cidadania e os direitos humanos. Tendo em consideração que as seis últimas edições mantiveram a mesma margem de público, a contabilização deste índice torna-se uma demanda secundária.

2) Não há compromisso firmado entre a APOGLBT, os patrocinadores e apoiadores da manifestação que estabeleça uma meta de público a ser atingida, nem mesmo é exigido que a quantidade de participantes seja relatada em caráter de prestação de contas. Por conseguinte, a medição de público vem sendo, nos últimos anos, uma solicitação de interesse exclusivo da imprensa.

3) A cada edição, a Parada do Orgulho LGBT traz um tema que reflete diversas reclamações do movimento, sendo as prioridades atuais a criminalização da homofobia em âmbito nacional através da aprovação do Projeto de Lei da Câmara 122 de 2006, o reconhecimento efetivo das famílias compostas por casais homoafetivos e a aplicação do projeto Escola Sem Homofobia e demais iniciativas que insiram o respeito às diversidades no ensino. Diante disso, a organização observa que o anseio por parte da mídia quanto ao número de integrantes tem dividido o foco da difusão de nossos principais objetivos.

Com o esclarecimento de sua estratégia e reafirmando que em nenhum momento seus membros anunciaram dados oficiais sobre a contabilidade dos participantes, a APOGLBT apresenta argumentos que denotam equívocos nas informações publicadas pela Folha de S.Paulo, que em matéria de capa diz que a 16ª Parada reuniu 270 mil pessoas, segundo método desenvolvido e aplicado pelo Datafolha.’

Nem parece que já se passou 1 ano que o projeto do Claudio Nanti, Vexame on the Dance Floor começou. Para comemorar o aniversário a festa invade a balada mais querida da cidade, a Bubu Lounge!!!

A festa que nasceu despretensiosa e apenas com o intuito de divertir seus criadores e amigos, cresceu, esteve presente em 6 cidades, realizou mais de 20 edições e contou com mais de 120 horas de festa até aqui. Para comemorar, teremos a apresentação da cantora Bibi Iang, a mais nova sensação das pistas, cantando seus hits ‘La Musica’, ‘Tumulto’, ‘Confusa’ e muito mais.

Além disso a divertida Hora do Vexame sob o comando de Cláudio Nanti, Silvetty Montilla e Léia Bastos. Teremos ainda Camarotes Especiais com presença de SERGINHO, MURILO MAZER e outras surpresas, Djs na pista principal e na pista Lounge, Gogo Dancers e muito mais!

Na porta os Vexaminosos serão recebidos pela fadinha safadinha do Programa da Eliana, Amanda Di Polly e pela fervida e incomparável Dani Glamourosa.

Garanta já seu lugar em nossa Lista VIP* Especial! *Lista VIP OO (Homens) e Consumo (Mulheres) Se Joga, bee!! Só lembramos que a lista VIP tem validade até às 20h, depois é R$ 20 de consumo.

Durante quatro terças-feiras de maio, a APOGLBT e a Livraria da Vila convidam o público para refletir sobre temas relacionados à diversidade sexual através da linguagem do teatro, com entrada gratuita.

O 16º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo inicia no próximo dia 8 com uma novidade na programação: o retorno do Ciclo de Leituras Dramáticas, que propõe reflexões acerca da diversidade sexual através de textos contemporâneos e a atuação de jovens talentos das artes cênicas. A atividade é promovida pela APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo) em parceria com a Livraria da Vila e ocorre durante as terças-feiras de maio, a partir das 20h, com entrada gratuita.

O Ciclo é composto por quatro encontros nos quais serão interpretadas peças que abordam temáticas como homoafetividade, aceitação e autoestima, identidade de gênero, erotismo, relacionamentos, família, entre outras.  Os textos são assinados por Cássio Pires, Ana Roxo, Zen Salles, Raphael Ramos e Lucianno Maza, que estão em destaque entre as revelações da dramaturgia brasileira.

Para o ator João Gomes, que coordena a atividade, o teatro “sempre foi um espaço aberto à tolerância, para que as pessoas busquem construir suas compreensões de forma ampla e humanizada”. “As Leituras Dramáticas trazem para o Mês do Orgulho um momento de comunhão com arte, tendo como principal objetivo, de forma sensível e atrativa, a expansão do debate proposto pela Parada LGBT, que prima pela educação da sociedade para o fim da discriminação e a igualdade plena”, completa Gomes.

O Ciclo de Leituras Dramáticas conta ainda com o apoio das Edições GLS (Grupo Editorial Summus) e da On Line Comunicação Visual. Os encontros ocorrem de 8 a 29 de maio, sempre às terças-feiras, às 20h, no auditório da Livraria da Vila, unidade Lorena (Alameda Lorena, 1731, Jardim Paulista – próximo à estação Consolação do metrô). Após as leituras, o público é convidado para um bate-papo a fim de comentar sobre os textos, expor suas percepções e trocar experiências.

Confira a programação:

 Dia 08 de maio

Para um banho depois da tarde
De Cássio Pires e Ana Roxo
Direção: Ana Roxo
Elenco: Ana Roxo e Thiago Adorno
Uma experiência de teatro simultâneo, em que o público é dividido em duas partes e assiste à dois depoimentos sobre um episódio amoroso envolvendo primos adolescentes: uma menina que se apaixona por outra e um menino que descobre-se traído pela paixão da prima por alguém do mesmo sexo.

Dia 15 de maio

Charlotty
De Zen Salles
Direção: Zen Salles
Elenco: Davi Kinski, Camila dos Anjos, Ricardo Gelli, Laerte Késsimos, Guilherme Mazzei e Gisele Lavalle
Mais que homem, mais que mulher, Charlotty é um ser de infinitas possibilidades. Estaria o mundo preparado para um ser tão único como Charlotty?

On $ALE

De Zen Salles
Direção: Zen Salles
Elenco: Ricardo Gelli e Laerte Késsimos
Cazé vende muamba nas ruas durante o dia, enquanto Cadú vende o seu corpo nas avenidas durante a noite. Eles passam a dividir o mesmo espaço em uma cidade que cobra caro por tudo. O desafio de ambos será descobrir algum ponto em comum entre seus mundos tão próximos, mas, ao mesmo tempo, tão diferentes.

Dia 22 de maio

Angor Actus
De Raphael Ramos
Direção: Raphael Ramos
Elenco: André Dallan, Fabiana Vieira, Norma Gabriel e Vinícius Piedade
Uma história é contada em quatro atos. A conversa entre Fábio e seu chefe Walter é o ponto de partida no desvelar de um quebra-cabeça entre quatro personagens (e uma quinta voz). Provocações e angústia em transmutação.

Dia 29 de maio

Neve
De Lucianno Maza
Direção: Marcos Gomes
Elenco: Gui Paiva, Luciana Caruso e Maurício Machado
Um feliz casal homossexual tem suas vidas agitadas com a chegada da irmã de um deles, uma dependente química. Dias se passam e tudo pode acontecer dentro deste apartamento: até nevar.

Mês do Orgulho LGBT de São Paulo

O calendário anual de atividades político-culturais promovido pela APOGLBT chega a sua 16ª edição com o tema “Homofobia tem cura: educação e criminalização!”. A reivindicação é para que seja aprovado o projeto Escola Sem Homofobia, que visa preparar os professores da rede pública para o combate ao bullying, e o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/06 – há seis anos em tramitação no Senado –, que pretende criminalizar a homofobia em âmbito nacional, assim como está previsto para o racismo e outros crimes de ódio.

Além do Ciclo de Leituras Dramáticas, a programação conta com o 10º Ciclo de Debates (datas e locais a definir), a 12ª Feira Cultural LGBT (7 de junho, no Vale do Anhangabaú), o 12º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade (8 de junho, na Academia Paulista de Letras), o 12º Gay Day (9 de junho, no Playcenter) e encerra com a 16ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (10 de junho, na Avenida Paulista).

Para mais informações sobre as atividades oficiais e o circuito paralelo, acesse www.paradasp.org.br, curta a página da Parada no Facebook (www.facebook.com/paradasp) ou siga @paradasp no Twitter. A APOGLBT também atende pelo telefone (11) 3362-8266 e pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br.

|SERVIÇO| 

Ciclo de Leituras Dramáticas – 16º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo

“Homofobia tem cura: educação e criminalização!”
Dias 8, 15, 22 e 29 de maio (terças-feiras), às 20h
Livraria da Vila, unidade Lorena – Alameda Lorena, 1731, Jardim Paulista
Entrada gratuita
Programação completa em www.paradasp.org.br
Para mais informações: (11) 3362-8266 | paradasp@paradasp.org.br

Com o tema Homofobia tem cura: educação e criminalização! – Preconceito e exclusão, fora de cogitação!, os artistas visuais Gabriel Victal e Ariel Tonglet usaram referências de campanhas de vacinação para compor a identidade visual do 16º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo

A ideia não é expor a homofobia como uma doença individual, mas como um vício social que atinge a toda população e, por isso, precisa ser erradicado. A educação e a criminalização são colocadas como formas preventivas de combate a esse vício, portanto, surgiu a ideia de vincular o conceito da Parada deste ano com o das campanhas de vacinação‘, explica Victal.

A ‘gota‘ é usada na cultura brasileira desde a década de 80 para promover campanhas de vacinação, o que mostra que  o remédio para acabar com a homofobia é conscientização sobre diversidade sexual. Nessa versão, a gota aparece com as seis cores do arco-íris, símbolo mundial da diversidade sexual.

Para o artista, além de representar a responsabilidade que o Estado tem no amparo de uma população vulnerável, a gota traz ainda outras alusões do imaginário coletivo. ‘A gota da lágrima, a gota do sangue e até mesmo a gota de esperança são símbolos fortes, presentes no cotidiano de quem é discriminado e luta contra a opressão‘, acrescenta o artista.

No lugar da ampola, um ponto de exclamação é a ferramenta utilizada para ministrar essa “vacina”. O sinal dá o tom de palavra de ordem ao tema e o caráter de protesto à imagem, além de representar a urgência da implantação de políticas públicas que combatam o ódio e garantam a cidadania dos LGBT. A mão que o segura no topo da imagem é uma analogia à logomarca da APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo) – entidade que promove as atividades – e, ao fundo, o formato do mapa do Brasil reverbera a gota colorida que cai sob a sua superfície.

Com informações da APOLGBT

@SelectionParty Beneficente | 20 DEZ |

Publicado: 20/12/2011 por @peagapenalvez em gay
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Depois de 01 ano repleto de festas, com 7 edições da Selection Party, 9 do sub-selo Selection For Guys, 4 da 2gether! e 3 do Twist After, o Grupo Selection, dos produtores Luiz Netto e Cláudio Nanti, encerra o ano de 2011 com um mega evento beneficente na terça-feira, 20 de Dezembro, a partir das 23h30 no Club Ice – São Paulo, a Selection Season Closing. Com o apoio de 10 Djs, 3 cantoras, 3 hosts, Dancers e Performers que abriram mão de seus cachês em nome da solidariedade estaremos arrecadando latas ou pacotes leite em pó em prol das crianças do C.O.T.I.C. (Centro Organizado de Tratamento Intensivo a Criança) como entrada do evento.

Além dos artistas envolvidos estão nessa corrente do bem, junto com a Selection Party, os clubes BuBu Lounge, Cantho Club e The L Club, as festas Jungle Party, Vexame!, Tic Tac, After du Caju, Bubba e Fuckse, os promoters Roví, Rogério Munhoz, Lorran e a Seven Assessoria, as rádios Circuito Mix e Omega Hitz, o designer gráfico e fotógrafo, Acir Tolezani e vários sites de mídia segmentada LGBT.

No som estarão os Djs: Leandro Kloppel (The Orange Group/Londres), Robson Mouse (Blue Space), Paulo Agulhari (BuBu Lounge), Sandra Bull (Code After | The L Club), Gustavo Vianna, Jessica Angell (The L Club), Wandy Telles (Vexame!) e os residentes Igor Magalhães, André Yakko e Pitt Garcia. No palco um super show com as divas nacionais da e-music, Alex Marie, Nicky Valentine e Paula Bencini. Recebendo o público estarão os hosts Alan Esteves, Danny Party e Vivy Araújo.

Rola ainda um super desfile da coleção Verão 2012 da Mooley, que também é responsável pelos figurinos dos Selection Dancers e Performers completando o evento.

A doação da Lata ou pacote de leite em pó de no mínimo 400g é obrigatória para ingresso na festa. Caso prefira antecipar sua doação o C.O.T.I.C disponibilizou um hotsite para você fazer sua doação e inserir o nome na Lista da Festa: www.cotic.org/selection

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Por Peagá Peñalvez

O Nefertiti está abalando geral com sua programação diversificada, tanto que domingo estréia o novo after da casa, o CITY AFTER, que contará com um line up de deixar todo mundo LOUCO.

O lindo e MARAVILHOSOFelipe Lira d Rio, Junior Britto que agita as pistas da Cantho e o Bruno Zuzzi  de Campinas. é muita gente boa em uma única festa, né??? E recebendo as insones loucas na porta, a deliciosa Danny Party, um primor de simpatia.

É fim de mês e está sem grana??? Relaxa que o Guilherme Souza está com uma lista VIP00 para quem chegar até as 9h da manhã, só clicar AQUI.

|SERVIÇO| CITY AFTER

|Data| 27 de novembro
|Local| Nefertiti – Rua Augusta, 2077
|Quanto|
 Lista / Flyer até 09:00H R$ 25,00 (ENTRADA) OU R$ 50,00 (BÔNUS BAR OPICIONAL)
                   Sem Lista ou flyer após 9h: R$ 30,00 (entrada) ou R$ 60,00 (bônus bar)