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Por Peagá Peñalvez

Photograph: Gary Roebuck/Alamy

Até o fim de 2011, a Grã Bretanha irá modificar seus passaportes para atender com mais respeito e dignidade a comunidade LGBT.

No campo reservado para acrescentar as informações dos pais, constará Pai1 e Pai2, para o caso da pessoa ter pais dos mesmo sexo. A adoção entre casais do mesmo sexo não tem os entraves que temos aqui, e futuramente milhares [assim espero] terão passaportes com o nome de dois pais ou duas mães.

Outra grande vitória é no caso dos transgêneros que não precisam se identificar com homem ou mulher, deixando o campo em branco.

Por aqui estamos engatinhando nos direitos mais básicos, e lutando para que a o projeto PLC 122, que criminaliza a homofobia, seja aprovado pela senado.

Por Leandro Madness:

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Se segurem leitores casados, o Centro Nacional de Estatísticas do Reino Unido fez uma pesquisa sobre divórcio e constatou que dos pedidos feitos, no últimos 5 anos,  apenas 2,5% foram originados de casais gays. E que, 5,5% dos casais héteros romperam suas uniões.

Além disso, a pesquisa afirma que, os casamentos tendem mais a terminar do que as parcerias civis.

Será que eles pensam assim: "O problema no casamento entre dois homens está claro... Na hora do divórcio, não haverá quem fique com tudo". (Imagem: Getty Images)

Ou seja, você é gay e quer que sua união civil não termine em divórcio? Se mude agora pro Reino Unido! (por lá, a união civil entre pessoas do mesmo sexo é garantida por lei desde 2005). Alguma coisa na água de lá deve manter os gays unidos por mais tempo do que os héteros… Ou talvez tenha a ver com essa coisa chamada “relacionamento aberto”, ou ainda, com essa tal de “sei que meu marido me trai, mas prefiro ser rotulado de corno do que de divorciado”. Ok. ok! Peguei pesado! Certeza de que alguém fez uma poção da relação estável e duradoura e botou na água pros gays de lá beberem.

Ou será que acataram ao protesto desse padre? Ah, vá!

Por Leandro Madness:

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Imagine o seguinte: você é transgênero, isso mesmo, é travesti ou transexual (em processo ou já fez a mudança de sexo) e seus documentos ainda permanecem com o gênero do seu nascimento. 

Símbolo dos Transgêneros. (Imagem: Getty Images)

Imagine, também, que precisa pegar um voo pra algum lugar do mundo. Seu nome no passaporte é João e você agora é Joelma. Veste saias, blusinha decotada (pra realçar os seios) e saltos. Pense na cara da pessoa no balcão de Check In no momento do “cara crachá, cara crachá”… Imagine que se você estiver atrasado (a) por conta disso poderá até perder o voo, porque, com certeza, demorará certo tempo pra comprovar que você era João e virou Joelma.

Pois é, ser Transgênero não deve ser fácil. Pensando nisso o Reino Unido planeja introduzir uma terceira categoria nos passaportes britânicos. Quem tiver o sexo indeterminado poderia escolher colocar o gênero X no documento, ao invés do convencional M ou F.

A discussão sobre essa melhoria está em processo inicial por lá.

Vale lembrar que atualmente a lei exige que o transexual decida a que gênero pertence, mas se ele está em processo de mudança de sexo, deve, mesmo assim, escolher o sexo de nascença.

Tomara que o projeto seja bem sucedido e que a moda pegue no mundo todo. Assim não rolaria constrangimento algum aos transgêneros e nem aos empregados dos aeroportos mundo afora.