Posts com Tag ‘namoro gay’

“Olá meninos, olha eu escrevendo novamente depois de tanto tempo… continuo sempre acompanhando o Blog de vcs. E eu adoroooooo…

Pois bem, meu causo é o seguinte: estou com 25 anos, tenho dois empregos durante a semana e ainda faço faculdade a noite. É minha segunda graduação, to no último ano e as coisas andam tão corridas, que até a academia eu parei. To namorando um cara, ele tem 22 anos, um trabalho tranquilo, faz o 2º ano de faculdade a noite e ainda mora com os pais. Mas ele tem um fogo do caralhoooo, estamos namorando fazem 2 meses e rola uma ótima quimica entre a gente. Estamos transando de duas a três vezes por semana, geralmente quando ele vem dormir no fds aqui em casa. Fui fazer um carinho nele e vi que o saco dele estava pequeno, brinquei perguntando se ele estava se masturbando em casa, e ele disse que sim, pois eu não estou comparecendo como deveria….. EU PIREI… pois fds quando estamos juntos rola muita pegação entre a gente. nos vemos todos os dias, mas só transamos quando ele dorme fds aqui em casa.

Agora vem a questão, estou comparecendo pouco? É normal sexo 2 ou 3 vezes por semana? Será que o problema sou eu ou ele? O que eu poderia fazer pra deixá-lo mais feliz sexualmente? E se ele se masturba em casa sozinho é porque realmente falta algo na cama? To pirando com isso… 

obrigado mais uma vez, bj bj bj….. e manda um bj especial pro Leee… rsrsrrss (L., Ribeirao Preto – sp)”.

Oi, lindeza! Você ta pirando por causa disso? Imagina, nem ficou aparente nas 800 indagações sobre sexo que fez no e-mail… Valeu por me mandar beijo, mas prefiro minha parte em dinheiro mesmo… ou me apresenta algum amigo solteiro. Aliás, me apresenta um amigo solteiro e me paga também, já que deixou de me paquerar e ainda escreve pro blog pra jogar na minha cara que transa 3x por semana e que seu namorado ninfomaníaco ainda pede mais! DESAFORO… huahauhau

Brinks a parte, já parou pra pensar que o saco dele tava pequeno por causa do frio e ele fez a maldita, pra te provocar, falou que você não tava dando conta do recado? 

*. * (Cena do filme Weekend)

Enfim, essa coisa de quantidade de transas x Casas Bahia Feelings = satisfação total a você, é subjetiva demais. Cada gay é uma gay. Se eu transasse 3 x por semana, seria muito feliz, além de ter a pele ÓTIMA. Mas o ser humano sempre quer mais… né? Então, se tivesse 3 transas garantidas, iria querer transar 7x por semana… Em compensação, tem gente que nem de transar gosta.

Acho que esse fogo todo é normal no começo do namoro, depois dos 5 meses vai dar uma baixada, e se chegarem aos 10 anos de namoro, num vão nem lembrar o que significa um Canguru Perneta…

))) Quanto a poder deixá-lo mais feliz sexualmente… É sempre possível, mas daí é bom perguntar pra ele se gostaria de realizar alguma fantasia… apimentar a relação ou se você pode melhorar algo. Como está no começo, acho até normal perguntar. Melhor do que dar uma de fodão, fazer algo que ele odeia só porque você gosta ou viu num filme e assumiu que ele deveria curtir também.

))) Sobre ele se masturbar sozinho em casa, MEU FILHO, se manca. O menino não tem direito a bater punheta longe de você? Ele assinou contrato com a exigência de só gozar na sua presença? Respeita o espaço dele… tem gente que está acostumado a se masturbar todo santo dia, mesmo casado e morando junto. Respeite a individualidade.

Agora, não deixe as coisas caírem na mesmice. Esperar até o final de semana pra transar? Já que se encontram todos os dias… aproveita e taca esse boy na parede sempre que tiver chance. Sem que ele espere por isso…

Boa sorte com o meu substituto. (Vou ali acender uma vela pro seu pinto cair – brinks)

Beeeijas!

L^^e!))).

 

“Bem, vou tentar ser o menos confuso possível: sempre fui tímido, meu primeiro beijo foi com 15 anos, e bláh bláh bláh….

Minha primeira relação sexual foi com 17 anos. Estava ficando com um carinha e acabamos transando algumas vezes, depois namoramos. Com menos de 1 mês de namoro peguei ele com outro.

Bem, depois disso eu demorei a ficar com outra pessoa novamente. Nunca fui de ir para balada, ficar com qualquer um, etc. E mesmo se eu estivesse apenas ficando com “fulano” eu nunca conseguia ficar com outro, tal atitude me faria sentir um cafajeste, enfim. No mês passado tive mais uma pequena decepção que me fez tentar mudar de atitude. Então segui o conselho de alguns “amigos” e tentei fazer sexo casual, ou seja me tornar um verdadeiro cafajeste. Aquele cafajeste que me machucou tantas vezes.

Eu não tentei fazer isso por pressão de ninguém, mas sim porque estou cansando de me f*der, literalmente. Mas o legal é o resultado. Simplesmente desastroso. Primeiro porque na primeira tentativa o sexo foi horrível, até então eu nunca tinha feito sexo sem nenhum tipo de envolvimento emocional, o que foi muito estranho para mim. Logo em seguida, me senti um lixo por nem saber o nome do cidadão.

Tentei novamente, talvez na segunda tentativa essa sensação ruim acabaria, mas dessa vez eu nem ao menos conseguir fazer alguma coisa. Fiquei meio que travado. Alguns “amigos” dizem que não sou normal por isso. O que me deixou com algumas dúvidas. Eu nunca fui promíscuo, mas eu sei que tem muito gay que é. A questão é: Eu sou idiota, ou qualquer outro adjetivo negativo ou estou apenas caindo na viagem de alguns “amigos”?

Desde já, obrigado.

 P.S.: Perdoe algum erro de digitação, ano de vestibular, estou cansando o que redução minha habilidade.”

L., 18 anos, Janaúba – Minas Gerais (c# de MG, não ri disso).

)))Ai, você é tão fofo que até me doeu o útero que não tenho. Fala sério! Desenha Janaúba no mapa pra mim que eu vô aí casar contigo!

Seguinte, tenho 31 anos de existência na face da terra, e o melhor sexo que fiz na minha vida foi quando namorei sério. Também não consigo liberar o pedreiro que existe em mim com qualquer um. Tem que ter toda uma ligação de afeto. Não quer dizer que nunca tenha feito sexo casual. Já fiz… mas o resultado em termos de satisfação é beeeeem brochante.

Danem-se seus amigos, larga tudo e vem pra mim! Brinks. Seus amigos são como a maioria, eles querem é rosetar. Te aconselho a continuar sendo você mesmo. Faça sexo com quem quiser e se quiser. Dane-se o mundo. Pode ter certeza que se escolher fazer sexo só com quem ama não vai faltar gente pra transar com quem prefere fast foda.

Fico muito triste por você ser tão novo e já ter passado por tanta situação ruim no amor… Foda é que a maioria das gays tá assim..tudo loca pra trepar e não tão nem aí para respeitar o namorado. Aliás, tem gente que namora por medo de ficar só, daí, enquanto o namorado ta de olho fechado, vai trepar com estranhos por aí… é a vida, guri. Parte da minha solteirice tem a ver com isso. Acho que esse blog me alertou pra tanta semvergonhice que acontece por aí…

Enfim, siga seu caminho. Estude pro Vestibular, arrase na prova e na vida. Quando for a hora de Deus mandar um boy magya pra ti, ele vai mandar. (ou não, mas daí pelo menos c já vai estar bem encaminhado na vida e rico…).

Beeeijas!

L^^e!))).

Olá, tudo bom? Tenho uma pergunta meio boba, mas que me angustia muito! É o seguinte, estou namorando já faz duas semanas um cara (o primeiro, sou recém gay!) e estamos naquela fase dos carinhos, beijos e tal. Ainda não transamos simplesmente por falta de um local bacana… enfim, o fato é que ele é louco por uma bunda, vive apertando a minha e dizendo que é gostosa, só que ele ainda não sabe que tenho MUITAS estrias nela. Sério, podem me chamar de zebra se quiser… e como tenho pele morena, já dá pra imaginar a situação. Minha questão é, será que na hora do “vamos ver” ele vai brochar e desistir de tudo? Ou generalizando, os homens se importam com essas imperfeições de pele, como manchas, espinhas e estrias? No meu caso, como as estrias já estão brancas sei que não tem tratamento.. Obrigado pessoal!

Marcelo, 28 anos, SP.

Hello, Zebra!!! Quédizê, Marcelo, Marcelinho, Marcelão!!! Sei que sempre rola uma insegurança… seu primeiro namoro, primeira vez com o namorado e tals, mas calma, menino.

Cá entre nós, achei exótico essa coisa de bunda de Zebra…

Tenho 13 anos de convivência com gays e nunca, NUNCA MESMO, ouvi alguém dizer que deixou de transar porque o boy tinha estrias na bunda. Espero que você não seja o primeiro caso do qual tomo conhecimento.

Tem certeza de que não existe tratamento? Talvez um dermato indique um coquetel Molotov algo para atenuar as estrias. Passe hidratante de pele em movimentos circulares toda a noite e veja se melhora um pouco. Se não, o jeito é pedir pro seu boy pintar todas as estrias de marrom com o pincel atômico dele.. :p

Se realmente isso vai te travar na hora H e não tem coragem de perguntar pra ele se tem “fobia” de estrias, antes de você mostrar a bunda, por via das dúvidas, achem um local bacana e transem de luz apagada. Transar assim também é bom, dá pra despertar ainda mais os sentidos e a imaginação.

E se por acaso ele te deixar porque você tem estrias nos fundos, não fique triste, ele te fez um favor. Ninguém merece namorar alguém que lhe quer só por conta da bunda gostosa. Eu namoro alguém por N motivos, gostosura está inclusa, mas ela não é o único requisito.

Beijas,

L^^e!))).

Chovia muito e estávamos presos em uma farmácia até que a chuva diminuísse.  Eu estava ao telefone com uma amiga e ele ao meu lado, quase que invisível, não fosse ele ter me perguntado as horas logo depois que terminei a conversa.

Era um homem comum, nada demais, nenhum atrativo visual.  Quando digo “atrativo visual”, não quero dizer feio, mas sim, o um homem comum.  Por volta de 30 anos,  roupa casual, semblante sério, voz com timbre agradável… certamente era mais um fugitivo da chuva como eu.

Enquanto esperávamos, ficamos em silêncio.  Até que algum assunto sem importância surgiu e começamos a conversar.

Sinceramente, não esperava nada daquela conversa.  Estava passando o tempo falando sobre frivolidades.  Nada que merecesse muita importância.

A chuva passou, me despedi e fui para a minha casa.  Imagino que ele tenha feito o mesmo.

A semana transcorreu normalmente, sem grandes novidades.  Fazendo o de sempre, indo da casa para o trabalho e do trabalho para casa.

Como sempre, na companhia da minha cachorra, passei a semana, como todas as outras, sozinho em casa todas as noites até ir dormir e no dia seguinte recomeçar a rotina novamente.

Em mais um domingo solitário, resolvi que sairia de casa para comer fora, mesmo que fosse sozinho em algum lugar.  Tomei meu banho, me vesti e fui.

Escolhi um fast food, afinal de contas estava sozinho, e qualquer coisa pra matar a fome estava valendo.  Sem falar que sairia um pouco de casa e veria pessoas.

Fiz o meu pedido e esperei ser chamado para pegar o prato.  Para a minha surpresa, vejo o mesmo homem que havia se refugiado da chuva comigo,  sozinho, também fazendo o mesmo que eu.  Ele fez seu pedido e foi para uma mesa em frente a minha para esperar ser chamado.

Pensei comigo: “Bem, ele está sozinho, vou ser simpático e dizer um oi”.

Foi o que fiz.  Disse um oi e perguntei, brincando, se ele tinha conseguido chegar em casa depois do dilúvio daquele dia.

Resultado: sentamos na mesma mesa para esperar o pedido.

Conversa vai, conversa vem, descobrimos muitas coisas em comum.  Mas como se isso não bastasse, éramos praticamente vizinhos.  O que nos separava era um quarteirão.

Foi legal ter a companhia dele.   Simpático, inteligente e aos meus olhos começava a se tornar um homem bonito e atraente. Já não conseguia mais ver aquele homem sem “nenhum atrativo”.   Ele tinha muitos atrativos.  Sabia conversar, era simpático, tinha um excelente senso de humor… enfim… foram qualidades que descobri depois que o conheci um pouquinho melhor.

Na minha cabeça, era mais um amigo que havia feito por acaso.  Confesso que não faço amizades com estranhos assim tão facilmente.  Muito pelo contrário, aos olhos dos que me veem e não me conhecem, sou até antipático e esnobe.

Sem falar que eu não sabia qual era a dele.  Para todos os efeitos éramos dois heteros que se encontraram e rolou uma empatia.

Uma coisa me chamou a atenção enquanto conversávamos.  Havia uma aliança em sua mão direita.  Aquilo me fez ter mais certeza de que ele era hetero e que tinha uma namorada.

Enquanto comíamos e conversávamos, descansei uma das mãos sobre a mesa e ele também.  Em certo momento, nossos dedos se tocaram quase que se sem querer.   A minha reação foi de tirar a mão.  Não sabia onde me esconder de vergonha.  Senti-me invadindo o espaço dele em todos os sentidos.  Ele era um homem comprometido, com namorada e hetero!  Não havia sentado na mesma mesa que ele com outra intenção além da companhia.

[CONTINUA]

Super mega beijo a todos.

Max Castro.

Olá meus queridos.  Tudo bem com vocês?  Estou de volta com mais uma história.  Espero que gostem.

“Há 3 anos, Rafael viajava para a Austrália para fazer um intercâmbio de 6 meses e tentar voltar com o inglês fluente.  Após sua chegada, muita coisa mudou, e o que seriam 6 meses acabou virando 3 anos.

Durante o tempo em que esteve por lá, conheceu muita gente diferente e viveu uma outra realidade.  Teve alguns namorados, mas acabou se firmando realmente com Brian, um australiano que já havia morado alguns anos em Buenos Aires.

Brian mostrou ao Rafael o outro lado da cidade.  Mostrou a ele o que era ter um relacionamento de verdade.  Ambos se amavam.  Lá eles podiam levar a vida de um casal gay como se fossem heteros.  Ninguém os apontava na rua caso quisessem andar abraçados ou fazer alguma demonstração de carinho em público.

O que parecia um sonho para Rafael era uma realização pessoal para Brian.  Assim como todos, ele sempre buscou um relacionamento sério e verdadeiro.  Até fazia planos para o futuro.

Mas o mundo dá voltas e tudo pode mudar de uma hora para outra.  E foi exatamente o que aconteceu.  Rafael precisava voltar ao Brasil.  Seus pais, já velhinhos, estavam precisando da presença dele, o pai havia adoecido de Alzheimer, e sua mãe temia que ele não se lembrasse mais do filho.  Seu pai já estava vivendo nos anos 80.

Depois de muito relutar, ele resolve voltar, mas deixa o namorado na Austrália.  Planos foram feitos para que muito em breve Brian também viesse e pudessem estar juntos novamente.

Despedida no aeroporto, lágrimas e juras de amor.  O que os consolava era o fato de que se veriam novamente muito em breve.

Em um gesto de carinho, Rafael tira a blusa que está usando e dá a Brian,  para que toda vez que sentir saudades, sinta o seu cheiro e saiba que a situação é temporária e que logo estarão juntos.

A chegada de Rafael ao Brasil foi muito comemorada, afinal de contas, os amigos e a família não o via há bastante tempo.

Passada a novidade da chegada, Rafael resolveu voltar a morar em seu apartamento , que não era na mesma cidade em que os pais moravam.  Reviu alguns amigos, fez novos… enfim… voltou a viver a vida que sempre teve aqui.

Apesar de estar aqui, sempre estava com o pensamento no namorado que havia deixado na Austrália.  Sempre se falavam via internet e juras de amor eterno eram reafirmadas.

Rafael retomou sua vida aqui de onde havia parado.  Era como se ele não tivesse ficado tanto tempo fora.  Voltou a sair, a frequentar baladas, bares, festas… e a ficar com outras pessoas.

Na cabeça dele, Brian estava fazendo o mesmo.  Ele sempre considerou o namorado extremamente “sexual”.  Não conseguia ficar muito tempo sem sexo.  E se fosse esse o caso, não teria problema algum para ele, pois estava fazendo o mesmo por aqui.

Alguns meses se passaram e vários parceiros também passaram pela cama de Rafael.  As coisas fugiram um pouco do controle e ele já não sabia mais o que sentia por Brian.  As juras de amor eterno, os planos de ficarem juntos aqui e tudo o que haviam planejado para o futuro começou a parecer muito estranho para ele.

Era a primeira vez que ele havia pensado em um futuro ao lado de alguém.  Brian foi o primeiro a mostrar para ele o amor verdadeiro e incondicional.  Mas a vida de solteiro também era boa!!!  Era bom para ele ficar com um homem diferente a cada dia.  Era prazeroso, mas no fundo era vazia.  A maioria deles só queria sexo fácil e mais nada.

Em meio a isso tudo, Rafael já vinha amadurecendo a idéia de como terminar o relacionamento com Brian.  Ele já não tinha mais certeza de nada sobre o que sentia.

Finalmente ele cria coragem e termina.   Deu algumas desculpas e não disse o real motivo.

Brian ficou arrasado.  O amor de sua vida, aquele com quem se imaginava no futuro havia terminado com ele, e a distância. Os motivos não pareciam plausíveis.  O amor que sentia por Rafael era capaz de superar tudo aquilo.

Aqui, Rafael, manteve suas 24 horas de “luto” pelo fim do namoro e continuou “pegando geral”.

Ficou claro que ele estava procurando suprir com sexo casual  a falta que Brian fazia a ele.  Mas por trás de tudo isso, havia um grande medo.  O medo de continuar a viver com o namorado a história que tinham na Austrália.

Convenhamos que viver no Brasil um relacionamento gay não é a mesma coisa.  Aqui ainda existe muito preconceito e discriminação.  Ele não tinha opinião própria e nem coragem para isso.  Seria sempre cercado pela ideia do que “os outros” falariam dele.

Viver fora do país, longe dos amigos e da família é realmente complicado.  A carência é maior e o primeiro que te oferece um pouco de carinho e atenção já é capaz de despertar não um amor, mas um sentimento de afeição muito grande.  O que não significa que Rafael não amasse Brian, mas o que ele sentia não era tão intenso quando o namorado imaginava que fosse.

A distância e a volta ao círculo familiar e de amizades, fez com que Rafael percebesse que aquela história era um conto de fadas do qual foi tirado a contra gosto.

Será que se ele voltasse para a Austrália, as coisas seriam diferentes e eles poderiam continuar de onde pararam?

Será que se Brian viesse ao Brasil conseguiria reconquistar Rafael?

Realmente não sei.  Isso só o tempo dirá.”

Super mega beijo a todos.

Max Castro.

“Então, primeiro boa tarde pro pessoal do blog aew! Venho acompanhando vocês a um tempo já, mas só hoje criei coragem pra perguntar algo hehehe. Bem, talvez minha pergunta já tenha sido respondida, mas vai assim mesmo (rsrs): Tipo, não me assumi pra família e amigos e tals (mas tô quase falando já rs) e tô afim de encontrar alguém legal pra algo maneiro, mas tá difícil.

Já frequentei salas de bate papo, cheguei a marcar encontros com alguns caras, mas não aconteceu nada, algumas vezes rolou sexo e tal (famosas fast-fodas), porém, infelizmente, nada concreto. Encontrei também caras legais lá sim, mas ele não me curtiram (ô tristeza…). Não frequento baladas GLS e acho que não pretendo frequentar. Ouvi falar uma vez que salas de bate papo não é o melhor lugar pra se encontrar alguém que queira algo sério. Outra coisa que eu acho que pode atrapalhar o meu lado é que sou somente ativo, nada mais, e pelo que ouço, em uma relação não há isso de um ativo sempre e um passivo sempre, vejo que isso pra mim vai ser problema. Enfim, minha pergunta é; que sugestões de lugares vocês me dariam para encontrar a pessoa que descrevi ao longo da minha question aew?

Big hugs! (p.s.: se tiver erros de português ai, sorry rs). 

Rodrigo, 19 anos.

)))Oie, vlw por ler o blog! E pode perguntar o quanto quiser! Não reparei em nenhum erro de Português, mas se tiver cometido algum, te perdôo. Enfim, vamos lá:

Onde arrumar um marido bom, bonito, fiel e leal? Pois é, essa é a pergunta de UM MILHÃO DE DÓLARES. Por favor, leitores do blog, se alguém souber nos responda. Faço o Peagá dançar na boquinha da garrafa de tanga rosa pra recompensar pela informação!

Não crie expectativas do que seria o namorado ideal para ti. O lobo pode ser mau pra mta gente, mas ótimo pra vc. (Foto: Getty Images)

))) Rodrigo, balada LGBT, chat gay, site de encontros, macumba, simpatia pra trazer o homem amado em três dias, cartas ao Papai Noel… NADA disso dá resultado. Não, não testei todas essas coisas, mas a experiência alheia me faz crer que realmente quando uma coisa tem que acontecer, acontece.

Você pode ir na padaria buscar pão pra sua mãe e BAM…esbarra com o boy da sua vida pedindo uma baguete com queijo pro padeiro. É tudo muito ao acaso. Uma coisa que, talvez, possa te ajudar é me paquerar. Sim. Percebo que sempre que alguém me paquera conhece outro alguém uns dias depois e passa a namorar a pessoa, me deixando com cara de idiota.

No mais, essa coisa de ser só ativo, do jeito que tem passivo nesse mundo de meu Deus, não acho que vai ser um grande impecilho para você namorar. Drama seria se apaixonar por um cara somente ativo também (para o desespero das gays passivas até a morte).

Enfim, siga sua vida, cuide de você. Vá praticar esportes, fazer cursos, se divirta… uma hora tu esbarrarás com alguém que se interesse por ti.

Beijas,

L^^e!))).

Uno.. dos.. tres.. cuatro…

Publicado: 05/11/2010 por Leandro Lan em gay, sexo
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“Tenho um relacionamento estável, com muita cumplicidade. Meu namorado confidenciou que tem vontade de chamar mais pessoas pra fazer uma putaria grupal. Ele quer me ver levando vara de vários caras…Eu SEMPRE tive vontade disso, mas sou travado, não consigo lidar com o assunto. Fico pensando que não vim ao mundo pra virar alvo de pica dura da galera….

Que faço? Abro mão do meu pudor e sigo meus instintos, ainda mais que tenho apoio do meu namorado?”

Anônimo

Leandro Madness Responde:

)))Oie. Pelo que entendi você trava porque apesar de sentir essa vontade toda, não acha isso normal. Acha coisa de puto.

Lindão, se você tem esse desejo e assume. Se teu namorado tem esse desejo e assume. O mínimo que você pode fazer é experimentar uma vez pra ver se o desejo te proporcionará algo prazeroso, ou não. Confesso que nunca fiz nada assim. Mas tenho curiosidade. E confesso também que essa sua história me lembrou da minha amiga Hilda Furacão, que era moça pura e casta e do nada, num belo dia, foi alegrar a zona da cidade, assim, por um desejo repentino de ir contra todos os paradigmas. (Rica).

)))Meu conselho para você é: Converse com seu namorado e juntos escolham UM cara pra transar contigo, e com ele se for o caso. Comecem devagar. Nada de fazer uma orgia com 500 homens logo de cara. Se você é travado, periga ficar mais travado ainda, o que acabaria fazendo com que sentisse tudo menos tesão. E uma transa sem tesão é uma transa com dor. (Ainda mais pra quem é passivo).

Então é isso, comecem com mais um na transa, e conforme forem pegando gosto pela coisa, acrescentem mais pessoas nessa transa até virar uma orgia digna de Baco. Mas cuidado com quem escolhem pra essa suruba e sejam rígidos (com o perdão do trocadilho) quanto ao uso de preservativos.

Tudo na vida vale como experiência, se ambos desejam, aceitam e consentem o sexo grupal, mãos (e todo o resto) a obra…

Beijos, boa sorte.

OBS: Lembre-se, muito gel lubrificante e várias trocas de camisinha nessa transa, hein!

L^^e!))).

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