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Mary Vargas, ativista do Movimento Homossexual de Lima (MHOL), disse à agência “Efe” que tudo começou quando cerca de 15 homossexuais se beijavam e se abraçavam, sentados nas escadarias da Catedral de Lima, em um ato batizado de “Beijos contra a homofobia”. A polícia cercou o grupo e “sem pedir explicações” começou a empurrar os participantes, ameaçando-os com cassetetes e escudos e perseguindo-os em lojas, cafeterias e uma galeria de arte.

No vídeo que você assiste a seguir, gravado por ativistas do MHOL, os participantes gritam frases como “Não sou delinquente, sou apenas homossexual”. Uma ativista, Alicia Parra, ficou ferida no protesto e precisou levar dez pontos na cabeça.

Fonte: A Capa

Leandro Madness Comenta:

)))Pois é, o Beijaço terminou em Curra. Nem sei o que dizer, acho o fim da picada viver em países onde nem é possível manifestar insatisfação com algo. Se a própria polícia age assim, pra quem esse povo vai relatar a violência?

Quando será que vamos poder andar de mãos dadas e nos beijar na rua sem olhares de reprovação e, pior, atos de violência?

O biólogo Estevam Baldon e o estudante André Gomes encontraram no beijo uma forma de se posicionar. Eles estavam no Beijaço da avenida Paulista, organizado em fevereiro por ciberativistas em apoio ao Programa Nacional de Direitos Humanos, o PNDH-3, encaminhado pelo governo federal ao Congresso Nacional em dezembro. A manifestação foi cheia de afetividade e humor. “A gente nunca sabe como quebrar os preconceitos. Acho que chocar é uma boa forma”, afirma Estevam, depois de um demorado beijo.

Para André, o apoio ao plano é uma maneira de pedir respeito: “Não sou menos que qualquer pessoa porque gosto de outro cara”.

Omg! Pelo menos esse beijo foi fofo!

Apesar de ainda não planejarem filhos, a paternidade é um grande desejo dos dois. “Temos uma vontade imensa de ter um filho”, diz Estevam. Seu companheiro concorda: “Acho que adotar é tão maravilhoso quanto gerar, você escolhe alguém para amar”, completa.

O PNDH-3 é um decreto do Executivo federal que trata, entre outras coisas, da união civil entre pessoas do mesmo sexo, adoção homoparental, criminalização da homofobia, descriminalização do aborto, ações para apurar e punir crimes de tortura praticados pelo regime militar, criação de câmaras de conciliação para resolver conflitos agrários, e a taxação de grandes fortunas. O que acabou provocando a fúria em meios militares, religiosos, entre grandes proprietários rurais, em parte da imprensa e outros setores conservadores da sociedade.

Fonte: Revista dos Bancários

(Texto por Xandra Stefanel. Foto de Mauricio Morais)

Leandro Madness Comenta:

)))Sobre o Beijaço, não sei se chocar é a melhor maneira de exigir respeito. Acho que não, pois desrespeita os que não são gays. Pessoas homofóbicas vêm isso como ofensa, o que não ajuda em nada!

Apesar disso, fiquei feliz por esse casal aí, parecem felizes e fazem planos de adotar uma criança. Espero que logo isso seja possível no Brasil, tem tanta criança querendo amor e um lar por aí, não importa o sexo e o tipo de relação de um casal quando querem adotar alguém, o que deveria importar é sim, o grau de responsabilidade e o financeiro pra que a adoção seja liberada.

Quanto ao PNDH-3, hum, acho que não vai dar em nada! É muita coisa junta numa emenda pra ser aprovada. Muita coisa polêmica! Deveriam fazer uma emenda pra cada coisa e ver quais são aprovadas. As que não forem, poderiam então ser revistas, reescritas e reapresentadas.

Enfim, não entendo de direito, mas não sou ingênuo, sei que mexer com Igreja, Militares e a Sociedade não dá frutos.

“O governo federal já anunciou que deve manter no Plano Nacional de Direitos Humanos os tópicos que tratam dos LGBT. Ainda assim, um grupo de manifestantes preocupados com a pressão que setores conservadores podem exercer no sentido de barrar qualquer recomendação pró-homossexuais no Plano vão realizar um beijaço gay em São Paulo.

Beijar é bom, mas beijo como meio de protesto pode ser visto como safadeza...

A convocação para a manifestação está sendo feita principalmente via Twitter e redes sociais. Para o jornalista Augusto Patrini, um dos divulgadores do beijaço, a idéia é demonstrar apoio à implementação destas políticas públicas. “Pensamos que o caráter laico da sociedade brasileira deve ser fortemente respeitado”, diz.

O beijaço rola em um domingo, 07 de fevereiro, às 17 horas, na esquina da Paulista com Augusta.

Fonte: MixBrasil.

Equipe DQOGG Comenta:

Geeeeeeeeente! Nós vamos fazer um acampamento nessa esquina aí!  Montaremos uma barraca do beijo! Cobraremos R$ 1,00  por selinho e todo o dinheiro arrecadado será doado pro fundo do nosso bolso! Kkkkkkkk

Falando sério agora! Muito digno fazer protesto! Mas não achamos que um beijaço seja uma maneira correta, sinceramente, homens se beijando choca e revolta quem não é gay! Esse povo continua usando os meios errados pra tentar reivindicar diretos! Essa coisa se beijaço só vai fazer o povo continuar pensando que os gays são pervertidos. E que não têm vergonha na cara!

Esperamos que já que foi decidido assim, que o beijaço surta efeito positivo nesse tal Plano dos Direitos Humanos, por que, venhamos e convenhamos: ruim com ele, pior sem ele.