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Homofobia Frei Caneca Agressão

Imagem: Facebook

Entrei ontem em meu Facebook e vi a atualização de um amigo, onde falava sobre o agressão que sofreu na Rua Frei Caneca. Homofobia pura, na rua considerada como um reduto gay, onde [achávamos] que podíamos circular sem medo de represálias.

É realmente triste ver que uma pessoa próxima, que frequenta os mesmos lugares que eu tenha sofrido um ataque dessa forma. Poderia ser eu, um amigo ou até mesmo você leitor. Tomar cuidado nunca é o bastante quando o assunto é Homofobia.

Segue o trecho extraído do Facebook da vítima:

Não existe homofobia no Brasil! Essa é a frase que o deputado Jair Bolsonaro já disse muitas vezes por onde passa, mas a homofobia existe sim no Brasil. E está literalmente na minha cara. Essa é uma foto que tirei agora a pouco depois que fui atacado por 4 adolescentes ontem na Frei Caneca.

Me atacaram de surpresa e sem eu poder reagir. Me bateram muito, me humilharam, quebraram meu celular e depois o jogou, junto com minha carteira, no bueiro.

Eu tive sorte, nessa mesma semana um garoto no Rio de Janeiro foi morto com requintes de crueldade. Eu só fui mais uma bichinha que apanhou na Paulista. O pior é que não fui a primeira e não serei a última. O policiamento é ineficiente, e a prefeitura está cagando e andando pra gente, essa é a verdade.

Meu corpo inteiro dói, mas nada dói mais do que minha alma. Eu estava apenas andando, sozinho, saindo de uma balada. Eles me disseram que viram eu saindo da ‘balada de viado sozinho’ e resolveram ‘brincar‘ comigo. Já chorei muito, já pensei muito, e não existe nada que me tire o medo que estou sentindo. Medo e raiva, muita raiva. Quando você vê algo assim na televisão, você nunca imagina que vai acontecer com você.

Um me enforcou por trás, enquanto outros dois se revezavam em dar socos no meu estômago, depois me jogaram no chão e começaram a me chutar e pisar na minha cabeça. Por um milagre, ou coisa que o valha, um segurança de um prédio próximo, apareceu e espantou os marginais. Não olhei para o rosto deles. Eu só sentia medo. Tinha certeza que iria morrer. Algumas pessoas passaram por ali e me viram no chão apanhando e não fizeram nada.

Agora a pouco falei com minha mãe pelo telefone e dói muito ouvir sua mãe chorar de preocupação por você. Eu não paro de chorar desde então. Eu sei que isso que aconteceu comigo é horrível, mas poderia ser bem pior. Eu poderia estar morto. Agora tenho a chance de contar o que aconteceu comigo e tentar alertar a todos.

As providências legais serão tomadas, e tomara que alguma coisa aconteça com esses marginais. Me desculpem os defensores dos direitos humanos, mas não desejo nada melhor do que a morte lenta e dolorosa desses infelizes. O meu sangue está nas mãos desses bandidos e nas mãos de Malafaia, Bolsonaro, Apolinário, Papa, e de tantos outros que pregam seu ódio aos homossexuais.

Agora estou por baixo, mas quando eu levantar, estarei mais forte e com mais gana do que nunca de lutar para que esse mundo seja um lugar onde os gays, lésbicas, travestis, transexuais, homens, mulheres, crianças e todos aqueles que merecem, sejam respeitados pelo simples fato de existir.

Foram só alguns arranhões que em alguns dias vão sumir da minha pele, mas as marcas profundas que deixaram na minha alma nunca serão cicatrizadas, ficarão abertas e expostas e isso me ajudará a fazer o certo sempre.

Desculpe-me pelo desabafo, mas precisa colocar para fora todo o sentimento que está dentro do meu peito. E por favor, tomem cuidado, eu tive sorte ontem, e espero que ninguém passe pelo o que eu passei, mas sabemos que eu poderia estar morto agora. Se protejam, não façam igual eu que estava sozinho de madrugada na rua, vamos nos proteger, nos unir… Eu tenho fé que um dia essa minha experiência vá parecer algo tão irracional quanto a escravidão é hoje. Mas sinto que esse dia ainda está muito distante.

Por Peagá Peñalvez

Os agressores que atacaram um jovem gay na Avenida Paulista em novembro do ano passado com uma lâmpada deverãopagar o tratamento da vítima. Foi isso que decidiu a justiça [??]  brasileira, já que a maioria da gangue de homofóbicos eram menores de 18 anos. O tratamento consiste desde as agressões físicas até as psicológicas ao rapaz.

O caso corre em segredo de justiça, conforme pediu o desembargador Alvaro Passos, da 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal Bandeirante.

Os agressores são de famílias com poder aquisitivo elevado, levando em consideração que os réus estudavam nas escolas mais caras de São Paulo, Dante Alighieri e Objetivo da Paulista. O que trás a tona também conseguirem o tal ‘segredo de justiça‘ concedido.

Um ato com essa magnitude com certeza interessa a boa parte da população, ainda mais os gays e lésbicas que agora andam com medo de circular na região da principal avenida do país, e mesmo assim corre em segredo.

Acredito que a [IN]justiça no Brasil dá aos réus direitos demais, enquanto a vítima se sente cada vez mais ameaçada e menosprezada por um círculo vicioso de status, dinheiro e corrupção. Sem falar que mostra que qualquer ataque a homossexuais acaba em nada, com os agressores saindo impunes de tal CRIME.

Como posso ter ORGULHO de um país que não tem orgulho de cidadãos corretos, trabalhadores e de caráter que são espancados???

Brasil, um país de POUCOS [com dinheiro e direitos]

Agressões contra gays, até quando???

Publicado: 23/11/2011 por @peagapenalvez em Homofobia
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Por Peagá Peñalvez

Mais uma história de agressões na imediações da Avenida Paulista, agora a agressão aconteceu na Rua Augusta, onde uma rapaz de 21 anos foi espancado por um grupo de pelo menos 10 pessoas ao ser confundido com homossexual por estar acompanhado por seu irmão e um amigo, ambos gays assumidos.

Ao que tudo indica, o ataque começou após um abraço em um dos amigos, o que pode ter sido o estopim para as agressões. ‘Estávamos abraçados como costumamos fazer algumas vezes quando conversamos. Inclusive ele estava triste porque havia reencontrado uma ex-namorada. Com certeza, eles acharam que nós éramos gays. O meu amigo não é gay; eu sou. Namoro com o irmão deles há quatro anos’ - contou uma das vítimas.

Tudo aconteceu na volta de uma balada nas proximidades da Praça Roosevelt, enquanto o grupo se dirigia à casa do jornalista na Avenida Nove de Julho.

O que não me conformo é com o real descaso das autoridades quanto a um patrulhamento EFICAZ na região. Assisti hoje em algum telejornal matutino que inclusive a Prefeitura de São Paulo tirará aqueles quiosques da região da Avenida Paulista, ou seja, abre espaço para que mais agressões aconteçam.

Não sou psicólogo, apesar de na faculdade ter aprendido um pouco sobre o assunto, mas no meu ponto de vista, a causa de tais agressões são:

- A pessoa tenta agredir no outro, aquilo que ela não aceita em si mesmo, no caso, a homossexualidade. Seria como uma projeção do que ele não gosta em si mesmo, por isso tenta ‘acabar’ com aquilo que gostaria de acabar em si mesmo.

Se você frequenta a região, não importa se é gay ou hetero, tome cuidado. De agressão para assassinato é uma linha muito tênue, não acha???

Por Peagá Peñalvez

Marco Paulo saindo do DHPP

O analista fiscal Marcos Paulo Villa, um dos rapazes que foi agredido nas proximidades da Avenida Paulista foi ontem ao DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) para reconhecimento dos suspeitos de agressão.

Enquanto isso, o agressor, um estudante universitário declarou que não é homofóbico e que têm amigos gays. O estudante tem 25 anos, e resolveu dar entrevista ao G1, desde que seu nome não fosse divulgado. Ae, isso sim que é atitude de homem, né??? O cara espanca um casal de gays, diz que ‘não sabia’ e ainda não tem a HOMBRIDADE de mostrar o rosto. Desculpe, sou mais macho que esse cara, porque se faço algo errado, assumo a culpa e no mínimo peço desculpas.

Ainda declara que vai a baladas LGBTs, e que dentro de sua universidade tem amigos gays. Nossa, espero nunca cruzar com um cara assim em uma balada, porque com certeza quem apanharia seria ELE.

Acho que independente de qualquer coisa, sabendo ou não que o casal é gay, a atitude foi de violência extremista, levando em consideração que um dos rapazes agredidos teve sua perna quebrada e traumatismo craniano.

Só espero que pessoas assim paguem por suas ações, mas sei que no Brasil jovens da classe média e alta fazem o que querem com nosso sistema de justiça e no máximo o que acontecerá será ‘medidas socio educativas’, onde o agressor paga uma quantidade X de cestas básicas e fica IMPUNE.

O que esperar mais do Brasil???

Por Peagá Peñalvez

Mais uma vez nas manchetes brasileiras, agressões contra gays nas proximidades da Avenida Paulista que é palco da MAIOR PARADA GAY DO MUNDO, e também palco para intensas mostras de homofobia e desrespeito a individualidade humana.

Não pense que é de hoje que acontece. Quando era mais novo, os Jardins era o ‘point gay‘ com diversas baladas [Massivo, Ultralounge, SoGo, E-Male, etc - Ai Ai, bons tempos], e diversos grupos de skinheads passeavam por lá, pegando os mais incautos, porém as agressões eram apenas desses grupos extremistas [e escrotos].

Hoje o grupo de agressores mudou, ou pelo menos se diversificou. Não são APENAS skinheads a usar gays como saco de pancadas, mas a classe média se volta contra nós. Jovens de não mais de 20 anos espancados LGBTs por pura intolerância, caso do primeiro caso de agressão na Paulista que teve repercussão nacional que estudava no Colégio Objetivo, e provavelmente desse último.

Vivemos em um país onde autoridades e políticos não se importam com LGBTs, apesar de que nas eleições todos resolvem ser ‘a favor‘ para angariar uns votos. O que agrava ainda a situação é a bancada evangélica, presente desde a Câmara de Vereadores até o Senado, reprimindo e boicotando qualquer tipo de votação que envolva os DIREITOS LGBT’s, por não saberem separar SEUS dogmas religiosos da real política. O Brasil é um ESTADO LAICO, não tem religião definida e respeita a todas. O que esperar de um país que elege um PALHAÇO como o Tiririca??? A PLC 122, lei que criminaliza a homofobia, continua parada em alguma gaveta no Congresso.

Porque isso continua??? Nós gays não nos unimos para eleger um representante político. Acredito que a maioria se preocupada apenas com baladjeeenha, com a academia ou com sexo casual, do que pensa sobre seus direitos. Será que isso mudaria se algum de seus amigos, ou até mesmo ele, fosse o agredido???

Não podemos permanecer parados enquanto somos espezinhados, devemos nos unir e cobrar dos dirigentes desse país uma conduta séria e coerente com os DIREITOS HUMANOS, porque se for pensar a real, até os presos mais perigosos tem seus direitos reconhecidos, porque nós gays, pessoas honestas e de caráter temos que viver com medo???

Pessoas [se posso chamar assim] como dePUTAdo Bolsonaro e o Pastor Silas MALAfaia usam de sua popularidade ou cargo favorecido para insultar nosso caráter, tripudiando sobre nossos sentimentos. A população brasileira, que não é composta por gênios, mas sim pessoas ignorantes levam seus discursos como verdade, ocasionando nesse ódio contra gays.

Não sei como serão as coisas mais pra frente, só sei que o cerco se fecha cada vez contra nós gays, e não fazemos NADA para mudar isso.

Acorda Alice, antes que a Rainha de Copas corte sua cabeça fora.

Por Peagá Peñalvez

Mais uma vez a região da Avenida Paulista é cenário de agressão homofóbica, agora o caso é de um casal que transitava nesse sábado, dia 1 de outubro.

O casal saia de uma bar na Rua Bela Cintra, e passavam por uma loja de conveniência da região onde foram espancados. Um deles levou vários socos e teve a perna fraturada pelos agressores que até agora não foram identificados, mesmo com diversos sistemas de câmeras da região. Seria isso um pouco de má vontade por parte do policiamento falido da cidade de São Paulo???

Há tempos a região é um verdadeiro matadouro de gays, lésbicas e outras minorias. Quando era mais novo e frequentava a região [que era o point gay no começo dos anos 2000] que diversos casos de agressões acontecem, porém nossa estimada prefeitura [desde aquela época] não faz nada para mudar tais incidências.

Não vejo nosso prefeito Gilberto Kassab fazer nada quanto a isso. Aumentar o policiamento foi apenas mais uma promessa não cumprida de sua atual gestão, e os LGBTs continuam a sentir medo ao andar pela região, que é palco da maior manifestação gay do Mundo, a Parada Gay.

A região da Paulista e Jardins sempre foi o point gay de São Paulo, desde os tempos de Massivo e UltraLounge que funcionava na Rua da Consolação, tanto que gays e lésbicas transitam por suas ruas como total naturalidade.

Está aberta a caça aos veados, e parece que a prefeitura de São Paulo simplesmente não liga para isso.

Por Peagá Peñalvez

7 pontos e dedo quebrado. Foi isso que aconteceu com o arquiteto  Bruno Chiarioni Thomé, 33 anos, na principal avenida de São Paulo, a Paulista. O incidente foi próximo a estação Consolação do metrô.

Bruno e um amigo estavam em uma balada na Rua Augusta, até que ouviram diversas ofensas homofóbicas. “A gente deduz que era homofobia pelos xingamentos. Não havia nenhum outro motivo. Não tinha nenhuma associação com time de futebol, eles não faziam parte de nenhum grupo intolerante, nada que eles assumissem pelo menos”, disse o arquiteto. “A gente não tinha se encontrado antes da balada, não tinha mulher envolvida no meio. Foi do nada, completamente gratuito.”

Uma pedra e um copo foram atirados pelos agressores. A pedra atingiu o arquiteto na cabeça, que olhou para os lados para ver o que acontecia, avistou um grupo de pessoas foi então que perguntou o que acontecia. “Sai daqui, viadinho” foi o que ele ouviu. Um dos homofóbicos pega uma luminária e tenta atingir Bruno que ao tentar defender quebra o dedo.

Um rapaz de 19 anos foi ouvido e disse que enquanto passava pelo local aconteceu a briga e ainda diz ter sido agredido pela vítima. Aham Claudia.

Até quando as pessoas ficarão impunes quanto a homofobia??? Até um filho ou outro familiar de algum político ser agredido gratuitamente ou até mesmo morto??? Agora nem heteros saem ilesos! Quando o assunto são as agressões homófobicas é preciso tomar atitudes drásticas, ou logo estaremos em pé de guerra na cidade.

Cadê policiamento na região??? Depois da primeira agressão [divulgada] na Avenida Paulista ouvimos histórias de que o policiamento seria aumentado para garantir a integridade de gays [agora de heteros tb] e não houve nenhuma procedência??? Pois é, está na hora de acordarmos e mudar esse mundo, porque se dependermos de políticos para haver alguma mudança, não acontecerá NADA.

O auxiliar de enfermagem, de 22 anos, foi agredido depois de uma discussão com o tio. Segundo o rapaz, ele sofre ameaça da família há dois anos, já que os parentes não aceitam a opção [SIC] sexual dele. O jovem mora com o companheiro em uma casa que pertence à mãe, mas o tio e a avó, que são vizinhos, querem a saída dele do bairro.

Fonte R7

Peagá Peñalvez comenta:

O que leva uma pessoa a odiar tanto um homossexual, ainda mais quando é da própria família??? Medo? Não gente, IGNORÂNCIA. Espero que o rapaz leve adiante esse processo e que o tio seja preso, mas não como agressão corporal, mas crime de homofobia, porque a pena é BEM MAIOR e o tio dele merece permanecer na cadeia por um bom tempo, para pensar na bosta que fez.

Torço para que na cadeia ele seja obrigado a ser a “mulher” de outro preso, só para aprender a lição.

Pronto, falei.

Desembargador afirma que rapaz deveria ter sido mantido em reclusão.
Decisão confirma liminar que já havia sido negada em janeiro.

A 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo negou nesta quinta-feira (17) o pedido de habeas corpus solicitado pela defesa de Jonathan Lauton Domingues. Ele é acusado de agredir um jovem na Avenida Paulista, em novembro passado, durante uma madrugada. A equipe de reportagem do G1 não encontrou o advogado de Domingues, Édio Dalla Torre,  para que ele se manifestasse.

O relator do processo, desembargador Fernando Miranda, afirmou em seu voto que o rapaz deveria ser mantido em reclusão para a garantia da ordem pública. A liminar desse habeas corpus já havia sido negada em janeiro.

A prisão preventiva dele foi decretada no dia 21 de dezembro do ano passado. Outros quatro adolescentes também são suspeitos de participar das agressões.

Em janeiro, ao negar a liminar, o desembargador Miranda entendeu ser precipitado conceder a liminar pelo fato de a denúncia ter grande complexidade.

Também foi levado em consideração que Jonathan Domingues, quando ainda estava em liberdade provisória, foi  procurado por autoridade policial e não foi encontrado.

Fonte G1

Peagá Peñalvez comenta:

Esse Jonathan tem mais é que apodrecer na cadeia depois do que ele e seu grupinho de “riquinhos desajuizados e vândalos”  fez.

Não sei quanto a vocês, mas acredito que ESSE caso não vai terminar em pizza porque muitas ONGs LGBTs estão marcando em cima, e a mídia também tem feito um estardalhaço com relação ao caso. Sabemos que em muitos casos a mídia atrapalha, mas ACHO que neste ela tem ajudado.

O pior é que o BABACA fugiu, ficou em algum lugar escondido para dar um tempo no caso, e ainda quer pedir habeas corpus??? Boa desse desembargador ter negado, porque a família tem grana, nada os impede de mandar o FDP sair do país e nunca mais voltar.

Homofobia no Carnaval de Salvador

Publicado: 10/03/2011 por @peagapenalvez em gay
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Ladrões assaltam ônibus e jogam homem pela janela após desconfiarem de sua orientação sexual

SALVADOR – Um ônibus da linha Estação Pirajá-Barra foi invadido por ladrões na madrugada desta segunda-feira (7). Daniel Andrade Sales, 39 anos, voltava da festa no circuito Barra-Ondina, por volta das 4h30, quando os assaltantes efetuaram a ação.

Ao abordarem Sales, teriam suspeitado de sua orientação sexual, segundo ocorrência registrada no posto policial do Hospital Geral do Estado. Arrancaram uma janela do ônibus e jogaram o homem para fora com o veículo em movimento. Sales teve ferimentos no rosto e no braço. Internado, recebeu alta ainda na manhã de segunda-feira.

O Observatório da Discriminação Racial, da Violência contra a Mulher e LGBT da Prefeitura de Salvador registrou 31 denúncias de agressões contra homossexuais durante o carnaval na cidade. As denúncias de racismo lideram a lista, com 135 casos (55% do total), seguidas por 62 registros (27,8%) de violência contra a mulher.

A Transalvador (órgão de trânsito da cidade) soma 24 furtos a ônibus no município de quinta-feira (3) a segunda-feira (7), número superior ao de 2010, que teve 14 casos no mesmo período. De quinta (3) a domingo (6) foram 243 registros de vandalismo em ônibus. Em 2010, houve 191 ocorrências no período.

Fonte MundoMais

Peagá Peñalvez comenta:

Carnaval é a festa da carne, DA CARNE DE GAYS, EXPOSTAS POR CONTA DAS INÚMERAS AGRESSÕES.

Eu simplesmente não entendo o motivo de uma pessoa ser homofóbica, sério mesmo. O que incomoda no fato de outra pessoa ser gay??? Paro para pensar os motivos que levam a uma pessoa agredir outra pelo simples fato dela ser gay, lésbica ou transex e não consigo chegar a pelo menos UM motivo. Medo? Medo de que? De sentir vontade também??? Só se for isso, mas isso nem é motivo para agredir uma pessoa e jogar ela para fora de um ônibus em movimento.

Há um tempo atrás uma pesquisa mostrou que a Bahia é o estado onde mais se matam gays no Brasil. Um estado famoso pela alegria de viver, pelas festas e receptividades ter uma fama dessas??? Complica. Eu mesmo penso duas vezes antes de programar uma viagem para lá.

Isso me lembra o caso dos rapazes que foram jogados para fora de um trem em movimento, onde um deles morreu e o outro teve seu braço amputado. VIOLÊNCIA GRATUITA.

Você pensa que foi apenas na Bahia??? Clica AQUI e veja uma matéria da revista LADO A [da qual o L^^e é colaborador também] falando sobre rapaz que foi espancado por seguranças em um bailão de Joinvile/SC.

Pois é amigos, parece que a temporada de CAÇA aos gays está aberta e a Polícia e o Governo não fazem nada a respeito. Bora mudar para um país onde somos respeitados como cidadãos e não julgados por sermos gays.

Em Praia Grande, bombeiro temporário é preso acusado de ter espancado homossexual


Está decretada pela Justiça a prisão preventiva de um bombeiro temporário de 21 anos acusado de ter espancado um homossexual de 31 depois de um encontro dos dois. O militar do grupamento de Cubatão, que está detido, e o funcionário público de 31 anos de Santos se conheceram em uma página da internet no fim do ano passado e decidiram se encontrar no último dia 16, um domingo, em Praia Grande.

Segundo a polícia, que não divulgou os nomes dos envolvidos, o bombeiro alega que teria marcado encontro com uma mulher. Já o funcionário público confirma que já havia dito que era homossexual, e não mulher. Ele foi até a casa do bombeiro, em Praia Grande, e acabou sendo espancado com um taco de madeira, o que provocou ferimentos profundos na cabeça dele.

O militar cobriu a vítima, desmaiada, com um lençol branco e a colocou no porta-malas de seu carro. Ele saiu dirigindo levando o corpo, mas no meio do caminho, em uma região movimentada de Praia Grande, o funcionário público acordou e conseguiu escapar, correndo em direção a um restaurante. Ele foi levado ao Pronto Socorro da cidade e ficou internado até o último dia 20.

Assim que fui notificado do caso, no mesmo dia da alta da vítima, pedi a prisão provisória de cinco dias do acusado para o comandante dos Bombeiros de Cubatão. Ele ficou preso até sair a decisão do juiz, esta semana”, explica o delegado titular do 1º Distrito Policial de Praia Grande, Luis Evandro Medeiros. O bombeiro responde ao processo em regime fechado.

Fonte Mixbrasil

Peagá Peñalvez comenta:

Ah vá que o bombeirão ai não sabia que estava marcando um encontro com um boy??? Aham Claudia, senta lá.

Porém mesmo que ele, SUPOSTAMENTE, não soubesse ele não tem o direito de dar com um taco de madeira na cabeça da bee, e ainda mais colocar ela em um porta malas desacordado. Claro que ele ia dar fim no corpo, e seria mais um gay morto.

Será que vai ser mais um caso de tentativa de homicidio que vai terminar em pizza??? Vamos ver até onde isso vai.

Pedido do Ministério Público quer a internação definitiva de três agressores da Paulista

Três jovens foram soltos, apenas um continua na Fundação Casa

O Ministério Público (MP) quer a internação definitiva de três dos quatro adolescentes acusados de agressões homofóbicas na Avenida Paulista, em São Paulo, no dia 14 de novembro de 2010. O pedido foi feito à Justiça de São Paulo no último dia 30 e ainda aguarda resposta. O MP só não pede a detenção do quarto jovem, que continuou internado na Fundação Casa. Outro acusado, Jonathan Lauton, ainda está foragido.

Os outros três que estão livres chegaram a ser internados na Fundação Casa, a antiga FEBEM, no ano passado, mas foram liberados para cumprirem as medidas socioeducativas aplicadas depois de decisão do juiz Egberto de Almeida Penido, da 1ª Vara da Infância e da Juventude de São Paulo.

O pedido do Ministério Público ganha mais força ainda porque há outra acusação contra o grupo, feita pelas promotoras de Justiça Ana Laura Bandeira Lins Lunardelli e Paula Pruks, da 1ª Vara da Infância e da Juventude de São Paulo. Elas também interpuseram recurso de apelação para que a Justiça reconheça outra agressão praticada pelos jovens, contra Gilberto Felipe Andrade.

O quarteto está sendo acusado judicialmente por lesão corporal e tentativa de homicídio. A investigação da polícia e da Promotoria de Justiça da Infância e Juventude reconhece que a motivação dos ataques foi a homofobia.

Fonte MixBrasil

Peagá Peñalvez comenta:

Finalmente alguma coisa boa com relação a esse incidente HORRÍVEL da Paulisa. Agora precisamos saber se eles ainda estão por aqui, né??? Ou se fugiram como o outro FDP que está foragido.

O que me deixa meio assim é um juiz liberar estes DELIQUENTES para cumprir “medidas socio educativas”, que não é nada em comparação com o que eles fizeram. Realmente acho que eles deveriam ficar trancafiados na Fundação Casa até completarem 18 anos, para pensar na MERDA que fizeram.

 

Oi gente, tudo bom? Bem, meu nome é Inã, tenho 17 anos e conheci o blog de vocês através de meu namorado, e precisamos muito de um conselho.

Há mais ou menos um mês, eu estava com meu namorado ao telefone e meu pai pegou o telefone no outro ponto da linha e escutou tudo. Não havia como fingir ou disfarçar. Meu pai e minha mãe entraram no meu quarto e me bateram. Eles são evangélicos e disseram que iriam “tirar o demônio de mim“.

Meu pai contou para meu irmão e quando ficamos a sós ele me bateu com muita violência e disse coisas horríveis, me jogou e disse que se eu gostava daquilo, era aquilo que eu teria. E me estuprou.

Fugi de casa e fui morar com meu namorado e meus pais não sabem onde estou. Os pais dele nos aceitam, contei a eles e vão me apoiar e denunciar as atrocidades da minha família. Achei melhor que eles não fizessem isso, estou pensando em nunca mais ver meus parentes e morar com meu namorado.

Devo realmente fazer isso, ou devo tentar consertar tudo com a meus pais? Ate porque é difícil esquecer 17 anos normais em que eu fui tratado com todo o amor do mundo, mas por outro lado tenho certeza de que tudo será diferente…

Um beijo a toda a equipe do blog,

Inã, 17 anos

Oi querido Inã, que bom que sempre lê nosso blog. Estamos aqui para ajudar todo mundo que precise. Sempre que precisar, por favor nos mande um e-mail.

Esta coisa de violência contra gays dentro de casa aumenta a cada dia, parece que as pessoas ao invés de evoluir estão regredindo. Parecem um bando de macacos da Pré-História com seus cérebros miúdos e pouca inteligência. Tenho diversos tios/as evangélicos, inclusive um dos meu primos é filho dos meus tios que são pastores e eles, se não aceitam, pelo menos respeitam a privacidade dele e não interferem na sua vida e suas escolhas. Por isso deixe-os seguir a vida deles. Se eles acham que ser gay é algo do demônio, imagina pais que espancam seus próprios filhos. Desculpe, mas acho que agressão é muito pior que ser gay. Aliás, um dos 7 pecados é a IRA, ou seja…

Quanto a seu irmão acho que você deveria ir até a polícia e registrar um boletim de ocorrência. Independente dele ser seu irmão, o que ele fez é um CRIME e nem com toda razão do universo [RAZÃO QUE ELE NÃO TEM] ele poderia ter violentado alguém. Se ele fez isso com você que é irmão dele, o que ele fará com um desconhecido. O lugar de estuprador é na cadeia e não nas ruas tendo oportunidade de estruprar outras pessoas.

Não acho que você tenha que consertar nada com seus pais, os errados foram eles e não você, mas desculpe, não acredito que eles vão entender a sua sexualidade depois do que fizeram, e outra, você conseguiria continuar morando com eles e COM SEU IRMÃO depois de tudo o que aconteceu??? POR ENQUANTO fique na casa de seu namorado, já que os pais dele aceitam vocês como um casal, mas lembre-se que isso não pode ser para sempre. Vá em busca de um trabalho e acima de tudo termine seus estudos, só assim você poderá ter uma independência, seja de seus pais ou dos seus sogros.

Mais para frente, se seus pais quiserem conversar com vocês a respeito do que aconteceu, dê uma chance para eles. Nunca se sabe o quanto as pessoas podem mudar suas concepções na vida, mas fique alerta para o que eles vão dizer e PENSE MUITO BEM se eles te proporem a voltar a morar com eles. Logo você faz 18 anos e será emancipado e poderá fazer o que você bem entender.

Muita força querido, se precisar de alguma coisa entre em contato conosco aqui no blog, veremos como podemos te ajudar.

Beijo Grande.


Um adolescente de 16 anos de idade foi agredido com chutes e socos por um grupo de sete jovens, por volta de 23h30 de sábado passado, na cidade de Taquara, interior do Rio Grande do Sul, informa a imprensa local.

A vítima contou que estava acompanhado por três amigos, quando foi abordado pelo grupo, que o ofendeu chamando de “gay” e “puto”.  Em seguida, atiraram um copo de vinho e passaram a agredir o adolescente com socos e chutes.  Chamada ao local, a Brigada Militar chegou a deter um menor de 15 anos de idade, reconhecido pela vítima como um dos autores da agressão. A Polícia Civil vai investigar o fato. A cidade possui cerca de 60 mil habitantes.

Fonte: MixBrasil

Leandro Madness Comenta:

 

Então quem é vc pra odiar um gay? Se manca.

)))Aí, virou modinha entre os adolescentes héteros? Agora a onda é sair de casa, chamar a turma e procurar um gay pra espancar? Oi Brasil, até quando?

Pra quem pensava que isso era coisa de cidade grande, como São Paulo… Ta aí a prova, numa cidadezinha do sul, também rolam ataques a gays. Infelizmente.

É preciso educar a população sobre a importância de respeitar TODO cidadão que tem orientação sexual diferente da sua.

Mas, se a educação fundamental no Brasil é péssima e ninguém faz nada pra melhorar… Sabe qdo vão fazer algo pra melhorar orientação sobre a educação sexual e cívica? Pois é.

Vivendo em harmonia

Olá, não sou gay, mas tenho muitos amigos que são e quero perguntar uma coisa para vocês. Como vocês se sente com tantas agressões acontecendo? Meus amigos estão até com medo de sair na rua ultimamente, e tenho medo que eles sejam agredidos também.

Carlos Alberto – São Paulo/SP, Via E-mail

Peagá Peñalvez responde:

Oi Carlos Alberto, poxa que bacana que você nos mandou seu e-mail. É bom saber que existem pessoas como você que se preocupam com seus amigos, sejam eles heteros, gays, marcianos ou argentinos. Eu tenho muitos amigos heteros e aposto que eles também tem medo por mim, apesar de não fazer a linha afetado, nunca se sabe quem está próximo de nós.

Não sei nem expressar o que sinto com tantos ataques assim nestes tempos, mas vou tentar. Acho um absurdo que pessoas sejam agredidas, ofendidas ou até mesmo mortas por algo tão insignificante quanto a sexualidade. Importa tanto assim para as pessoas com quem Fulano ou Beltrano dormem??? Faz diferença na vida delas que existam pessoas que amam outras do mesmo sexo??? Simplesmente não entendo.

Eu, morador de São Paulo fico com um pouco de medo, não apenas por mim e meus amigos, mas por tantos outros gays que moram na cidade e podem ser alvo de grupos homofóbicos.

FIKDIK - Se você não tem carro, e precisa usar o transporte público para se locomover, ande em grupos de amigos, geralmente eles atacam pessoas sozinhas e em menor número porque a maioria deles são covardes. Evitem frequentar lugares muito ermos, principalmente a noite. Não provoque ninguém, muito menos saia por ai dando em cima de qualquer um. Se acontecer algo e você puder correr, corra e entre em algum lugar movimentado, ou procure algum posto policial, os policiais estão ai para nos defender. Melhor ser um covarde vivo, que um corajoso morto por adolescentes homofóbicos.

Ou clique AQUI