Arquivo da categoria ‘Especial Parada LGBT’

Próximo domingo acontece a 11ª Parada Gay de João Pessoa. O tema abordado esse ano é ‘Reafirmando o direito da Cidadania‘ e contará com a presença de inúmeros DJs nos 5 trios elétricos, além de todos os artistas que se apresentam na cidade e locais próximos. Ano passado a manifestação aconteceu em novembro, mas esse ano a organização resolveu antecipar a data e se aproximar do dia 28 de junho, dia do Orgulho Gay.

A concentração será em frente ao SESC Cabo Branco às 16h e caminhará até o Busto de Tamandaré, e a abertura da Parada Gay será realizada pelo prefeito da cidade, Luciano Agra.

Espera-se que 20 mil manifestantes apareçam para tomar as ruas da cidade. Se você é de João Pessoa, vai a Parada Gay e puder enviar algumas fotos para que publiquemos aqui, ficaríamos realmente felizes com isso.

Todos felizes comemorando \o/

Os gays de Nova York comemoraram nesse domingo, um ano de casamento igualitário no estado durante a Parada Gay da cidade de Nova York.

Arco-íris como sempre presente na manifestação

Estima-se que 2 milhões de espectadores inundaram as ruas de Manhattan para assistir à marcha, que acontece desde 1970. E nesse domingo completou-se exatamente um ano da lei que concede direitos iguais com apoio do presidente  Barack Obama.

Muita gente participou da marcha

Hoje, eu espero que as pessoas se sintam satisfeitas com o trabalho votado no ano passado foi implementado e tem ainda o apoio do presidente Barack Obama‘, disse o presidente da Câmara Municipal Christine Quinn, que se casou com sua namorada no ano passado em uma cerimônia suntuosa.

A mais pura manifestação de amor

Nós ainda temos trabalho a fazer‘, disse Quinn sobre a Lei Anti-Discriminação, e direitos para transexuais no estado. ‘Devemos ser muito gratos que nossos anos de esforços, levaram o presidente dos Estados Unidos, pela primeira vez, um presidente em exercício, dizer que apoia igualdade no casamento, e ele não vai defender a Lei de Defesa do Casamento. Isso é uma coisa notável‘.

A cantora Cindy Lauper, uma grande ativista dos direitos LGBTs

Claro que os oposicionistas estiveram presentes: dois representantes do Comitê de Ação Política Judaica, como mostra a foto abaixo, mas adorei o cartaz ao lado, onde diz: ‘Esse cara precisa de um hobby. Será que a ignorância dele é tanta em dizer que seres humanos se casarão com animais, ou nos compara a eles?

Parada Gay Nova York Do Que Os Gays Gostam

Hoje homens casam com homens, amanhã homens casarão com girafas

Pesquisas mostram que 57% da população aprova o casamento igualitário, um número pouco maior que a média nos Estados Unidos.

Ator e ativista passeios George Takei de Star Trek em um lugar de honra

 

Olha que fadas safadjeeeenhas

Adorei a camiseta

E para finalizar, outra grande beijo <3

 

Parada Gay de São Paulo

Vista da Avenida Paulista [Foto Debora Ferraz]

270 mil, esse é o número que o DataFolha afirmando que a Maior Manifestação do Mundo nunca havia usado métodos científicos para contagem dos manifestantes, porém a APOLGBT, associação que organiza a Parada Gay de São Paulo, mostra o contrário.

Impossível uma pessoa em são consciência afirma tais números, até porque é impossível olhar para UMA foto e ver que a quantidade de pessoas supera [e muito] os dados fornecidos pelo DataFolha. Isso pra mim é insanidade ou vontade de ter o que falar. Usar um pouco da ~influência~ e espaço em seu veículo de comunicação [Folha de São Paulo] para gerar buzz.

Parada Gay de São Paulo

Vista da Rua da Consolação [Foto Debora Ferraz]

Aprendeu a contar DataFolha???

Em nota a APOLGBT diz:

No último domingo (10), ocorreu a 16ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que trouxe o tema Homofobia tem cura: educação e criminalização. Desde 2007, a manifestação vem atingindo a média de 3,5 milhões de participantes, porém, a partir desta edição, a APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo), entidade organizadora, decidiu por não divulgar números oficiais. Mas diante do cálculo apresentado pelo Datafolha nesta segunda-feira (11), a organização vem a público expressar que discorda dos resultados e questiona o método aplicado.

A decisão da APOGLBT por não realizar a contagem deve-se pelos seguintes motivos:

1) Nos primeiros anos, enquanto a principal reivindicação do movimento era o reconhecimento da população LGBT através da promoção da visibilidade, foi de extrema importância o registro de quantas pessoas participavam da Parada e seu expressivo crescimento a cada ano. Conquistado esse reconhecimento, os esforços estão voltados para a efetivação de políticas públicas e avanços legislativos que garantam a cidadania e os direitos humanos. Tendo em consideração que as seis últimas edições mantiveram a mesma margem de público, a contabilização deste índice torna-se uma demanda secundária.

2) Não há compromisso firmado entre a APOGLBT, os patrocinadores e apoiadores da manifestação que estabeleça uma meta de público a ser atingida, nem mesmo é exigido que a quantidade de participantes seja relatada em caráter de prestação de contas. Por conseguinte, a medição de público vem sendo, nos últimos anos, uma solicitação de interesse exclusivo da imprensa.

3) A cada edição, a Parada do Orgulho LGBT traz um tema que reflete diversas reclamações do movimento, sendo as prioridades atuais a criminalização da homofobia em âmbito nacional através da aprovação do Projeto de Lei da Câmara 122 de 2006, o reconhecimento efetivo das famílias compostas por casais homoafetivos e a aplicação do projeto Escola Sem Homofobia e demais iniciativas que insiram o respeito às diversidades no ensino. Diante disso, a organização observa que o anseio por parte da mídia quanto ao número de integrantes tem dividido o foco da difusão de nossos principais objetivos.

Com o esclarecimento de sua estratégia e reafirmando que em nenhum momento seus membros anunciaram dados oficiais sobre a contabilidade dos participantes, a APOGLBT apresenta argumentos que denotam equívocos nas informações publicadas pela Folha de S.Paulo, que em matéria de capa diz que a 16ª Parada reuniu 270 mil pessoas, segundo método desenvolvido e aplicado pelo Datafolha.’

Milhões de pessoas saíram para prestigiar a maior manifestação do planeta, a 16ª Parada do Orgulho Gay de São Paulo.

Casais de mãos dadas, beijos, famílias [coloridas ou não]… isso é a Parada Gay. Por mais que um grupo contrário diga que se tornou um ‘carnaval’, ainda defendo que essa é a melhor forma de nós gays manifestarmos a nossa realidade. De que adianta fazer um marcha sem sentimentos, se podemos mostrar, mesmo com todo o preconceito e a falta de direitos, que ainda conseguimos sorrir.

Ser gay é: mesmo que todos os obstáculos ainda sorrir e lotar a principal avenida do Brasil.

Confira as fotos que tiramos na Parada Gay:

 

Manifestante preso enquanto protestava contra a aprovação – MISHA JAPARIDZE – AP

Enquanto aqui em São Paulo acontece nesse domingo a maior Parada Gay do Mundo, em Moscou a coisa fica tensa. A justiça de Moscou decidiu que durante os próximos 100 anos gays e lésbicas não poderão realizar a Parada do Orgulho Gay.

Claro que a comunidade gay do país tentará a todo custo recorrer da decisão no Tribunal de Direitos Humanos em Estrasburgo. Nikolái Alexéyev, ativista e principal líder LGBT do país já foi preso por ‘propaganda homossexual‘, e solicitava a realização da parada gay na cidade, mas o tribunal municipal negou sua apelação.

Sempre nos dizem que não, mas em Estrasburgo estas manifestações são ilegais. O tempo passa e seguiremos pedindo autorização para novas ações, ainda que nos neguem. Desta vez decidimos recorrer em Estrasburgo contra a proibição de futuras marchas‘, disse Alexéyev.

Varias cidades russas aprovaram alguma lei que proíbe ‘propaganda homossexual‘. De acordo com pesquisas realizadas pelo Centro Levada, 74% dos russos acreditam que os gays e lésbicas sofrem problemas mentais. Menos da metade dos russos acredita que os homossexuais devem ter os mesmos direitos que os heterossexuais.

Deprimente chamar qualquer tipo de manifestação sobre liberdade e igualdade de direitos de LGBTs de ‘propaganda homossexual‘.

No próximo domingo milhões de pessoas vão prestigiar mais uma manifestação contra a homofobia e em defesa da cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais na Avenida Paulista. Sob o tema ‘Homofobia tem Cura: Educação e Criminalização‘, 14 trios elétricos vão desfilar desde o Museu de Arte de São Paulo (MASP), a partir das 12h, descendo a Rua da Consolação até a Igreja da Consolação, quando ocorre a dispersão, por volta das 18h

Confira a ordem dos trios da 16ª Parada Gay de São Paulo:

1º Abertura (oficial APOGLBT)
2º Central Única dos Trabalhadores (CUT)
3º Sindicato dos Trabalhadores em Telemarketing (SINTRATEL)
4º Freedom Club
5º Trio das Lésbicas (parceria APOGLBT com The L Club)
6º Sindicato dos Comerciários de São Paulo (SECSP)
7º Diversidade (oficial APOGLBT)
8º Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual de São Paulo (CADS)
9º Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual de São Paulo (CADS)
10º Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP)
11º ONG Ação Brotar Pela Cidadania e Diversidade Sexual (ABCD’S)
12º Disponível.com
13º Salete Campari
14º Paz / Casamento (oficial APOGLBT)

Atendendo a pedidos a SELECTION FOR GUYS retorna ao Constantine Lounge, em Moema, e promove uma edição pra lá de picante na Semana que antecede a maior Parada Gay do mundo, com os Djs convidados FAGNER BACKER, ERICK BABU e WANDY TELLES! Rola ainda uma Super Performance com os nossos Selection Dancers e a participação especial de DERY BROWN, gogo e cantor recém chegado da Espanha, Show Erótico Interativo, Labirinto, Cabines Privativas e Sala Coletiva. Não perca!!!

Só lembrando que a festa é EXCLUSIVA PARA HOMENS. Mulheres não entram!

LISTA VIP LIMITADA

Para fazer parte da LISTA VIP, inclua os nomes completos até 20h00 de quinta-feira, 07/06 através do site:
CLIQUE AQUI

Lista VIP válida até 01h00 e com acesso somente a pista. Chegue cedo!
Obrigatório a apresentação de documento de identidade original com foto.

Nos vemos na pista!!!

Feira Cultura LGBT - Parada Gay 2012

Feira Cultural LGBT do ano passado – Foto Divulgação

A já tradicional Feira Cultural LGBT traz diversidade com rap, funk e tecnobrega. O evento rola amanhã, feriado de Corpus Christi no Vale do Anhangabaú com as principais drag queens de São Paulo e Região.

Tem cover de Rihanna deve animar a multidão com sucessos como ‘Please, Don’t Stop the Music’. A drag Renata Peron traz sua alegria e samba e o ex-Montage, Daniel Peixoto, volta à feira com trabalho próprio, misturando seu electrorock ao tecnobrega, numa mistura interessante e antenada com o sucesso do gênero paraense.

Programe-se para ver suas atrações preferidas:
14:50 RAPPER VIDAL
15:00 RENATA PERON
15:50 DANIEL PEIXOTO
16:00 RESENHA E SAMBA
17:00 GRETTA SHOW
17:20 XUXA
17:25 MULHER FEIJOADA
17:35 STEFANNY
17:40 VITORIA
17:45 VALLENTINNY
17:50 NATHASHA/ MICHELLY
18:00 RIHANNA (JORGE BEIRIGO)
18:30 DJ SUGOM
20:00 GRETTA
20:00 CANTORAS
20:30 DIMMY SHOW
20:40 NEW FACES 2011 / BYONDA / SARAH INFINITHY / FERNANDA PANTERA / PYETRAH HAAS / STHEPHANNY / MONPHETTINY
20:45 BUBU (SAMYLLY VELLASKES)
20:50 DISTURBIA (AMANDA)
20:55 TUNNEL (DANNY)
21:00 CANTHO (TALESSA)
21:05 DANGER (ALEXIA)
21:10 PLANET G (LEILA)
21:15 FREEDOM (HOBBITY)
21:20 QUEEN
21:25 NOSTRO (MARCIA P)
21:30 BLUE SPACE (STRIPPERELLA)
21:35 DIMMY
21:40 NEW FACES 2012 SHEYLLA HELL / EDUARDO PARTERA BETTI / NATASHA MOON / SCARLETT OLIVER / NAYARA NEGRETTY / ALANA MOON
21:45 FINAL

Todos os anos vejo muitos gays falando sobre a Parada Gay, uns são contra e metem o pau na maior manifestação do mundo enquanto outros a adoram, mas talvez ambos desconheçam como tudo se iniciou, e é sobre isso que o documentário A Revolta de Stonewall fala.

Em 1969 a homossexualidade ainda era vista como doença, distúrbio mental ou perversão sexual. Quantos e quantos gays e lésbicas eram tratados em clínicas psiquiátricas a base de choques, esterilizados e castrados, alguns foram submetidos a lobotomia. Outros tomavam remédios tão fortes que davam a sensação de afogamento.

Tudo começou no dia 28 de junho de 1969 no Stonewall InnGreenwich Village em Nova York, o bar era famoso entre gays e lésbicas da época. Só que nem tudo é alegria, purpurina e corpos sarados no universo gay.

Uma violenta batida policial aconteceu no local e muitos gays e lésbicas, como sempre, foram tratados como lixo, espancados e presos. Cansados das constantes batidas policiais os frequentadores não deixaram impune a violência, e enfrentaram a força policial. Relatos contam que voavam cadeiras, lixeiras pegando fogo, garrafas, pedras e tudo mais que a multidão via na frente.

Outros gays, ao saberem da revolta se juntaram e tomaram as ruas e considera-se a primeira resistência pública da história dos homossexuais. Foi através dessa manifestação que LGBTs do mundo todo se organizam todos os anos para tomar as principais ruas de suas cidades, para vivenciar suas vidas sem máscaras e lutar por direitos que são negados.

Já se passaram 43 anos desde Stonewall, e muitos não sabem da história, o porque do Orgulho Gay e sua manifestação. Talvez não se importem.

Quando eu digo que VOU A PARADA GAY alguns gays falam sobre o Carnaval que ela se tornou, mas ao menos sabem os motivos dela existir??? Não sou contra a música e a alegria, essas são qualidades que nós gays temos e não seria uma manifestação gay se não houvesse uma drag queen sorrindo e mostrando suas roupas magníficas, ou casais LGBTs andando de mão dada na Avenida Paulista sem medo de ser agredidos com lâmpadas, ou até mesmo as músicas que nos alegram todos os fins de semana quando vamos para nossos baladas.

Sinceramente não acho que mais de 50% dos frequentadores saibam os reais motivos sobre o que é a Parada do ORGULHO Gay, mas espero contribuir pelo menos um pouco com aqueles que leem o blog.

Parada Gay é manifestação, alegria de viver, dançar e se divertir, mas nunca esquecendo que é uma [das tantas] formas de se manifestar e tomar as ruas da maior cidade do Brasil.

Revolta de Stonewall - Parada gay

Eu vou a Parada Gay, faço alguma coisa por aquilo em que acredito. Pior são essas pessoas que querem direitos iguais e não se mexem para fazer nada. Prefiro ir para esse tal ‘carnaval‘ como chamam a ~minha~ manifestação, do que ficar em casa esperando que um dia as coisas mudem.

Lutarei por meus direitos iguais sorrindo, dançando, abraçando meus amigos, olhando milhões de pessoas que como eu sairão as ruas nesse domingo.

Achei um documentário bem interessante sobre o assunto. Acho importante tirar um tempinho para assisti-lo. Dá o play! 

12º Gay Day será no Hopi Hari

O 12º Gay Day será no Hopi Hari no dia 9 de junho [um dia antes da manifestação na Paulista]! Promovido pela APOLGBT desde 1990, já teve edições no parque sendo a última em 2007.

Nesse ano o Gay Day trará uma novidade, o Hopi Night, que reunirá música eletrônica, performance artísticas e tecnologia, tudo que nós gays gostamos!! Com o nome de Alien Experience terá super produção, e prometem os organizadores, que será uma uma viagem sensorial ao som do DJ Cyborg, que comanda a balada a partir das 18h.

12º Gay Day será no Hopi Hari

‘Numa época em que enfrentamos tanta resistência do setor privado para a sensibilização com a nossa causa, a parceria demonstra que o Hopi Hari tem compromisso com a inclusão no combate à homofobia‘, afirma o presidente da APOGLBT, Fernando Quaresma, que convida a todos os manifestantes para mais uma vez ocupar o espaço e levarem a alegria e irreverência do Orgulho LGBT ao parque.

O Hopi Hari disponibilizará um desconto em seu passaporte que sairá por R$ 59 se comprado antecipadamente. O local de compra é a própria APOLGBT [Praça da República, 386, conj. 22] ou no stand na 12ª Feira Cultural LGBT, marcada para o dia 7 de junho (quinta-feira, feriado de Corpus Christie), das 10h às 22h, no Vale do Anhangabaú.

12º Gay Day será no Hopi Hari

CURIOSIDADE: O Gay Day é considerado o maior evento LGBT em espaço privado do país, com público estimado em 9 mil pessoas. Surgiu nos moldes de realizações semelhantes que ocorrem anualmente em famosos parques de diversões estrangeiros, como no Walt Disney World. Nos Estados Unidos o GAY DAY arrecada em um dia de evento o que demora cerca de um mês para o parque normalmente. Somos ou não um público privilegiado???

Com a banda Os Heteros Cearenses, cantor apresenta repertório de sua turnê e promove misturas musicais que vão do electro ao tecnobrega

Daniel Peixoto Traz Shine Party para São Paulo - Parada Gay

No dia 7 de junho, Daniel Peixoto traz para São Paulo a SHINE PARTY #4 – projeto que faz sucesso nas noites de Fortaleza (CE) – e integra o calendário do 16º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo. Na ocasião, o cantor se apresenta ao lado da banda Os Heteros Cearenses, com o repertório de sua turnê bastante elogiada pela crítica europeia. A festa tem ainda a presença do DJ e produtor Jaloo, que desponta na cena tecnobrega de Belém (PA), entre outros já conhecidos do público paulista. O evento ocorre no Studio SP, a partir das 23h.

Chegado recentemente da Europa, onde passou com a sua Shine Tour por cidades como Amsterdã, Paris, Bruxelas e Zurique, Daniel Peixoto segue com o trabalho de seu álbum solo, “Mastigando Humanos”. O disco traz referências de diversos ritmos folclóricos, além de electro, funk, forró, macumba e tecnobega, contribuindo para o crescimento do novo pop tropical e chamando a atenção da imprensa internacional – como o jornal britânico The Guardian, que o comparou a David Bowie.

Em três edições da SHINE PARTY, Daniel Peixoto e o Fafi Clube levaram a Fortaleza nomes como o da revelação da música, Gaby Amarantos; o apresentador do GNT Fashion, Caio Braz; o produtor Jackson Araújo (Tropicanalha-SP) e o blogueiro Guto Magalhães (Neonico). Pela primeira vez em São Paulo, a festa mantém o intercâmbio e conta também com o DJ fortalezense Charl, residente das edições anteriores.

Confira o line up:

Show
Daniel Peixoto e Os Heteros Cearenses

DJs
4e20 (por Felipe Barros e Rodrigo Guarizo)
Jaloo (Belém-PA)
Charl (Fortaleza-CE)
Ginger Hot (A Lôca / Clube Glória)
Thur (Vexame)

O Studio SP está localizado na Rua Augusta, 591, Consolação. A entrada custa R$15,00 e R$ 30,00, sendo o desconto válido apenas para o nomes previamente cadastrados na lista, através do e-mail. Informações através dos telefones (11) 8512-4265 e (11) 5908-5747.

Mais cedo, Daniel Peixoto e Os Heteros Cearenses dão uma prévia do show e se apresentam no palco da 12ª Feira Cultural LGBT, que ocorre no mesmo dia, das 10h às 22h, no Vale do Anhangabaú. Para saber mais sobre o trabalho de Daniel Peixoto, acesse o site pessoal do artista.

Durante quatro terças-feiras de maio, a APOGLBT e a Livraria da Vila convidam o público para refletir sobre temas relacionados à diversidade sexual através da linguagem do teatro, com entrada gratuita.

O 16º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo inicia no próximo dia 8 com uma novidade na programação: o retorno do Ciclo de Leituras Dramáticas, que propõe reflexões acerca da diversidade sexual através de textos contemporâneos e a atuação de jovens talentos das artes cênicas. A atividade é promovida pela APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo) em parceria com a Livraria da Vila e ocorre durante as terças-feiras de maio, a partir das 20h, com entrada gratuita.

O Ciclo é composto por quatro encontros nos quais serão interpretadas peças que abordam temáticas como homoafetividade, aceitação e autoestima, identidade de gênero, erotismo, relacionamentos, família, entre outras.  Os textos são assinados por Cássio Pires, Ana Roxo, Zen Salles, Raphael Ramos e Lucianno Maza, que estão em destaque entre as revelações da dramaturgia brasileira.

Para o ator João Gomes, que coordena a atividade, o teatro “sempre foi um espaço aberto à tolerância, para que as pessoas busquem construir suas compreensões de forma ampla e humanizada”. “As Leituras Dramáticas trazem para o Mês do Orgulho um momento de comunhão com arte, tendo como principal objetivo, de forma sensível e atrativa, a expansão do debate proposto pela Parada LGBT, que prima pela educação da sociedade para o fim da discriminação e a igualdade plena”, completa Gomes.

O Ciclo de Leituras Dramáticas conta ainda com o apoio das Edições GLS (Grupo Editorial Summus) e da On Line Comunicação Visual. Os encontros ocorrem de 8 a 29 de maio, sempre às terças-feiras, às 20h, no auditório da Livraria da Vila, unidade Lorena (Alameda Lorena, 1731, Jardim Paulista – próximo à estação Consolação do metrô). Após as leituras, o público é convidado para um bate-papo a fim de comentar sobre os textos, expor suas percepções e trocar experiências.

Confira a programação:

 Dia 08 de maio

Para um banho depois da tarde
De Cássio Pires e Ana Roxo
Direção: Ana Roxo
Elenco: Ana Roxo e Thiago Adorno
Uma experiência de teatro simultâneo, em que o público é dividido em duas partes e assiste à dois depoimentos sobre um episódio amoroso envolvendo primos adolescentes: uma menina que se apaixona por outra e um menino que descobre-se traído pela paixão da prima por alguém do mesmo sexo.

Dia 15 de maio

Charlotty
De Zen Salles
Direção: Zen Salles
Elenco: Davi Kinski, Camila dos Anjos, Ricardo Gelli, Laerte Késsimos, Guilherme Mazzei e Gisele Lavalle
Mais que homem, mais que mulher, Charlotty é um ser de infinitas possibilidades. Estaria o mundo preparado para um ser tão único como Charlotty?

On $ALE

De Zen Salles
Direção: Zen Salles
Elenco: Ricardo Gelli e Laerte Késsimos
Cazé vende muamba nas ruas durante o dia, enquanto Cadú vende o seu corpo nas avenidas durante a noite. Eles passam a dividir o mesmo espaço em uma cidade que cobra caro por tudo. O desafio de ambos será descobrir algum ponto em comum entre seus mundos tão próximos, mas, ao mesmo tempo, tão diferentes.

Dia 22 de maio

Angor Actus
De Raphael Ramos
Direção: Raphael Ramos
Elenco: André Dallan, Fabiana Vieira, Norma Gabriel e Vinícius Piedade
Uma história é contada em quatro atos. A conversa entre Fábio e seu chefe Walter é o ponto de partida no desvelar de um quebra-cabeça entre quatro personagens (e uma quinta voz). Provocações e angústia em transmutação.

Dia 29 de maio

Neve
De Lucianno Maza
Direção: Marcos Gomes
Elenco: Gui Paiva, Luciana Caruso e Maurício Machado
Um feliz casal homossexual tem suas vidas agitadas com a chegada da irmã de um deles, uma dependente química. Dias se passam e tudo pode acontecer dentro deste apartamento: até nevar.

Mês do Orgulho LGBT de São Paulo

O calendário anual de atividades político-culturais promovido pela APOGLBT chega a sua 16ª edição com o tema “Homofobia tem cura: educação e criminalização!”. A reivindicação é para que seja aprovado o projeto Escola Sem Homofobia, que visa preparar os professores da rede pública para o combate ao bullying, e o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/06 – há seis anos em tramitação no Senado –, que pretende criminalizar a homofobia em âmbito nacional, assim como está previsto para o racismo e outros crimes de ódio.

Além do Ciclo de Leituras Dramáticas, a programação conta com o 10º Ciclo de Debates (datas e locais a definir), a 12ª Feira Cultural LGBT (7 de junho, no Vale do Anhangabaú), o 12º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade (8 de junho, na Academia Paulista de Letras), o 12º Gay Day (9 de junho, no Playcenter) e encerra com a 16ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (10 de junho, na Avenida Paulista).

Para mais informações sobre as atividades oficiais e o circuito paralelo, acesse www.paradasp.org.br, curta a página da Parada no Facebook (www.facebook.com/paradasp) ou siga @paradasp no Twitter. A APOGLBT também atende pelo telefone (11) 3362-8266 e pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br.

|SERVIÇO| 

Ciclo de Leituras Dramáticas – 16º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo

“Homofobia tem cura: educação e criminalização!”
Dias 8, 15, 22 e 29 de maio (terças-feiras), às 20h
Livraria da Vila, unidade Lorena – Alameda Lorena, 1731, Jardim Paulista
Entrada gratuita
Programação completa em www.paradasp.org.br
Para mais informações: (11) 3362-8266 | paradasp@paradasp.org.br

Com o tema Homofobia tem cura: educação e criminalização! – Preconceito e exclusão, fora de cogitação!, os artistas visuais Gabriel Victal e Ariel Tonglet usaram referências de campanhas de vacinação para compor a identidade visual do 16º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo

A ideia não é expor a homofobia como uma doença individual, mas como um vício social que atinge a toda população e, por isso, precisa ser erradicado. A educação e a criminalização são colocadas como formas preventivas de combate a esse vício, portanto, surgiu a ideia de vincular o conceito da Parada deste ano com o das campanhas de vacinação‘, explica Victal.

A ‘gota‘ é usada na cultura brasileira desde a década de 80 para promover campanhas de vacinação, o que mostra que  o remédio para acabar com a homofobia é conscientização sobre diversidade sexual. Nessa versão, a gota aparece com as seis cores do arco-íris, símbolo mundial da diversidade sexual.

Para o artista, além de representar a responsabilidade que o Estado tem no amparo de uma população vulnerável, a gota traz ainda outras alusões do imaginário coletivo. ‘A gota da lágrima, a gota do sangue e até mesmo a gota de esperança são símbolos fortes, presentes no cotidiano de quem é discriminado e luta contra a opressão‘, acrescenta o artista.

No lugar da ampola, um ponto de exclamação é a ferramenta utilizada para ministrar essa “vacina”. O sinal dá o tom de palavra de ordem ao tema e o caráter de protesto à imagem, além de representar a urgência da implantação de políticas públicas que combatam o ódio e garantam a cidadania dos LGBT. A mão que o segura no topo da imagem é uma analogia à logomarca da APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo) – entidade que promove as atividades – e, ao fundo, o formato do mapa do Brasil reverbera a gota colorida que cai sob a sua superfície.

Com informações da APOLGBT

Avenida Paulista tomada por manifestantes na Parada Gay de 2011

A APOLGBT [Organização da Parada do Orgulho Gay de São Paulo] abriu inscrições para empresas e entidades que queiram alegrar a Parada de 2012, cujo tema será: ‘Homofobia tem cura: educação e criminalização! – Preconceito e exclusão, fora de cogitação!‘.

A Parada será realizada na Avenida Paulista, como de costume, no dia 10 de junho com concentração às 10h em frente MASP. O percurso inicia às 12h, e é importante chegar antes porque a principal avenida do Brasil é tomada por mais de 4 milhões de pessoas.

O prazo é até 15 de maio, e tem desconto na taxa de participação para quem firmar a parceria até o fim de março, ou seja, corre se você quer a sua empresa/marca/entidade. Rola também o cadastramento de expositores para a Feira Cultural LGBT.

Atendendo à solicitação dos parceiros e a fim de facilitar a adesão do setor privado, a APOGLBT possibilita o parcelamento da taxa de participação em até seis vezes e concede desconto no valor para aqueles que se anteciparem até o dia 30 de março. Entidades sem fins lucrativos são isentas deste pagamento.

Ambas atividades são uma grande oportunidade das empresas investirem no segmento gay, e de uma certa forma aproveitar esse poderoso nicho e o #PinkMoney.

Ficou interessado em ter um trio elétrico??? Mande um e-mail para a organização e se informe mais. Se prefere participar da Feira Cultural, mande e-mail também!!!

Manifestação do ano passado com 50 mil pessoas - Foto: Divulgação PMSC

Com o apoio da Prefeitura e da ONG Visibilidade, a cidade de São Carlos recebe nesse domingo a 4ª Parada do Orgulho Gay, que terá início ás 14h na Avenida São Carlos, próximo ao Terminal Rodoviário. O intuito é estimular o combate à homofobia e lutar pela cidadania dos LGBTs da região.

O prefeito, Oswaldo Barba, assinará um decreto que cria o Plano de Políticas para Diversidade Sexual, conjunto de ações e metas que orientará as políticas na área durante os próximos dez anos no município. Segundo Alexandre Sanches, chefe da Divisão de Políticas para Diversidade Sexual, este é mais um avanço, consolidando São Carlos referência na atenção às minorias.

Em 2009 criamos o Conselho da Diversidade Sexual, dois anos depois foi a vez da Divisão de Políticas para Diversidade Sexual e agora o Plano. Com isso, São Carlos é a primeira cidade do País a completar a trinca da Cidadania LGBT‘, disse Sanches.

A Prefeitura de São Carlos possui ainda uma Divisão de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, de Políticas e Atendimento à População em situação de rua, de políticas para as mulheres, de políticas e tendimento ao idoso e às pessoas portadoras de deficiência.